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Status do Desenvolvimento da Palestra:
Em Divulgacao
Título da Palestra
MiniCurso |PSICAN 2026.1: Clínica Psicanalítica com Crianças - Brincar, Transferência, pais e Manejo do Sofrimento Infantil
13 de outubro de 2026
7:00 AM
Apresentação do Evento
Atender uma criança em psicanálise exige mais do que adaptar a clínica de adultos para o universo infantil. O brincar, os silêncios, os desenhos, as repetições, os conflitos e as formas de vínculo constituem modos próprios de expressão e demandam do profissional uma escuta capaz de reconhecer aquilo que a criança ainda não consegue colocar diretamente em palavras.
Neste minicurso, a clínica psicanalítica com crianças será abordada a partir de quatro eixos fundamentais: o brincar como via de expressão e elaboração, a transferência na clínica infantil, o lugar e a participação dos pais e o manejo do sofrimento infantil.
A proposta é aproximar fundamentos psicanalíticos das situações concretas encontradas no consultório, discutindo como o profissional pode construir uma posição clínica diante das manifestações da criança, das demandas familiares e dos impasses que surgem no tratamento.
OBJETIVO
Capacitar profissionais para compreender e manejar situações fundamentais da clínica psicanalítica com crianças, articulando o brincar, a transferência, a participação dos pais e a escuta do sofrimento infantil à construção de intervenções clinicamente responsáveis.
TÓPICOS DO EVENTO
A especificidade da clínica psicanalítica com crianças
A criança como sujeito na clínica.
Particularidades da escuta infantil.
Demanda da criança, demanda dos pais e demanda do tratamento.
O enquadre e a posição do analista.
2. O brincar na clínica
Brincar como forma de expressão e comunicação.
Fantasia, repetição e elaboração.
Brincadeira, desenho e outras produções da criança.
O que observar sem transformar todo comportamento em interpretação.
3. Transferência e relação analítica
A transferência na clínica com crianças.
A posição do analista diante das manifestações transferenciais.
Repetição, vínculo e manejo.
Limites entre escuta, intervenção e interpretação.
4. Pais, família e tratamento
O lugar dos pais no processo analítico.
Entrevistas com responsáveis.
Demandas familiares e demanda da criança.
Quando e como incluir os pais no manejo clínico.
Apresentação
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