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Título da Palestra

ADOLESCÊNCIA: O QUE A FACULDADE NÃO ENSINOU A ESCUTAR Desenvolvimento, risco psíquico e os limites da formação clínica diante da geração que não cabe nos manuais

22 de março de 2026

09:00

Oficial BRAPSI

Apresentação do Evento

A adolescência contemporânea tem apresentado desafios clínicos cada vez mais complexos para psicólogos, psiquiatras e profissionais da saúde mental. Trata-se de uma geração marcada por transformações sociais aceleradas, intensificação das relações digitais, mudanças nas estruturas familiares e novas formas de sofrimento psíquico que muitas vezes escapam aos modelos tradicionais de formação clínica.

Embora a adolescência seja um período natural de transição, marcado por intensas mudanças biológicas, emocionais e sociais, ela também se tornou um momento crítico para o surgimento de transtornos mentais e comportamentos de risco. Estima-se que cerca de 30% dos adolescentes apresentem algum tipo de sofrimento psíquico ou transtorno mental, frequentemente manifestado por ansiedade, depressão, automutilação ou dificuldades de regulação emocional.

Além disso, metade das condições de saúde mental tem início por volta dos 14 anos, mas muitos casos permanecem sem diagnóstico ou acompanhamento adequado.

Nesse cenário, muitos profissionais se deparam com uma sensação recorrente: a faculdade ensinou teorias, mas não ensinou a escutar essa nova adolescência. Jovens que se expressam por meio do silêncio, da agressividade, da hiperexposição digital, da automutilação ou da recusa ao futuro desafiam os modelos clínicos tradicionais.

Este congresso propõe uma reflexão profunda sobre os limites da formação em psicologia diante dessa realidade e convida os profissionais a desenvolver uma escuta clínica mais sensível, contemporânea e ética para compreender o sofrimento adolescente para além dos manuais diagnósticos.

OBJETIVO

O congresso tem como objetivo ampliar o olhar clínico sobre a adolescência contemporânea, discutindo como as mudanças sociais, culturais e tecnológicas transformaram a forma como o sofrimento psíquico aparece nessa fase da vida. A proposta é questionar até que ponto a formação tradicional em psicologia prepara, de fato, os profissionais para lidar com adolescentes que apresentam demandas complexas, muitas vezes atravessadas por crises de identidade, angústias existenciais, conflitos familiares e exposição intensa às redes sociais.

Busca-se promover uma reflexão crítica sobre os limites dos modelos teóricos aprendidos na graduação quando confrontados com realidades clínicas que não se encaixam facilmente em categorias diagnósticas. Ao mesmo tempo, o congresso pretende oferecer ferramentas de escuta e compreensão clínica capazes de ajudar psicólogos, estudantes e profissionais da saúde mental a reconhecer sinais de risco psíquico, compreender novas formas de sofrimento juvenil e construir intervenções mais sensíveis, éticas e eficazes.

Outro objetivo central é estimular o desenvolvimento de uma postura clínica que vá além da aplicação de técnicas ou protocolos, valorizando a escuta subjetiva do adolescente, a compreensão de seu contexto social e familiar e o reconhecimento das transformações culturais que moldam a juventude atual.

Ao final, espera-se que os participantes saiam mais preparados para lidar com adolescentes que desafiam diagnósticos rápidos, recusam discursos prontos e exigem uma escuta clínica mais profunda e atualizada.

TÓPICOS DO EVENTO

1. A nova adolescência: mudanças sociais e subjetivas
Transformações culturais, tecnológicas e familiares que redefinem o processo de construção da identidade adolescente.

2. O sofrimento psíquico na adolescência contemporânea
Ansiedade, depressão, autolesão, desesperança e a sensação de vazio existencial em jovens.

3. A clínica diante do adolescente que não fala
Silêncio, resistência, ironia, agressividade e outras formas indiretas de comunicação emocional.

4. A geração das redes sociais
Comparação constante, validação digital, exposição da intimidade e impactos psíquicos do ambiente online.

5. Adolescência e comportamentos de risco
Automutilação, impulsividade, violência, uso de substâncias e práticas autodestrutivas.

6. A crise da escuta clínica na formação do psicólogo
O que a faculdade ensina — e o que ela deixa de ensinar — sobre atender adolescentes.

7. O adolescente que desafia diagnósticos
Quando os manuais não explicam o sofrimento real do paciente.

8. Família, escola e vínculos fragilizados
O impacto das relações familiares e do ambiente escolar na saúde mental do adolescente.

9. A construção da identidade na adolescência
Corpo, sexualidade, pertencimento social e conflitos identitários.

10. Manejo clínico e estratégias terapêuticas
Como construir vínculo terapêutico com adolescentes e desenvolver intervenções eficazes.

Cronograma do Evento

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Evento Atualizado com Sucesso

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Check List de Materiais

1º Palestra

2º Palestra

3º Palestra

4º Palestra

5º Palestra

6º Palestra

7º Palestra

8º Palestra

9º Palestra

10º Palestra

PAINEL GERAL DE EDIÇÃO DO EVENTO 

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Evento Atualizado com Sucesso

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