
.png)
Nosssa missão é exagerada... queremos mudar o mundo!
E nosso método, Radical! Transformando pensamentos!
Título da Palestra
Worskshop: Pedofilia, Zoofilia, Sadismo: Manejo Clínico do Comportamento Sexual Incomum Sem Moralismo, Negligência ou Crime
15 de janeiro de 2026
18:00
EROS - Núcleo de Sexologia
Apresentação do Evento
O que fazer quando um desejo que choca senta no seu consultório?
Pedofilia, zoofilia, sadismo e outras expressões do comportamento sexual incomum não são apenas conceitos teóricos — são demandas reais, que chegam à clínica carregadas de vergonha, excitação, culpa, risco e silêncio.
Neste workshop final do curso de Parafilias, a proposta é sair do discurso genérico e entrar no território que mais assusta profissionais: 👉 a atuação clínica concreta.
Aqui, o foco não é chocar — é ensinar o que fazer. Como escutar sem reforçar o comportamento? Como intervir sem moralizar? Quando o desejo é fantasia, quando é patologia e quando se torna risco criminal? Quais são os limites éticos, legais e clínicos da atuação psicológica?
Este workshop é um convite direto à responsabilidade clínica, à maturidade profissional e à construção de uma prática que saiba lidar com o desejo humano em suas formas mais desconfortáveis, sem negar, normalizar ou compactuar.
OBJETIVO
Capacitar psicólogas e psicólogos para manejar clinicamente demandas envolvendo pedofilia, zoofilia, sadismo e outros comportamentos sexuais incomuns, oferecendo direcionamento técnico, ético e prático para atuação diante do desejo, da psicopatologia e do risco criminal, sem moralismo, negligência ou cumplicidade.
O workshop tem como objetivo retirar o profissional do lugar do medo, da paralisia ou do julgamento, oferecendo critérios claros de escuta, avaliação, condução clínica, limites éticos e encaminhamentos possíveis, quando o comportamento sexual desafia o setting terapêutico e a própria posição do psicólogo.
TÓPICOS DO EVENTO
1. Quando o comportamento sexual incomum chega ao consultório
Por que essas demandas chegam (e por que muitas vezes chegam tarde)
O silêncio, o segredo e o medo como elementos centrais
Diferença entre confissão, pedido de ajuda e teste de limite
🔹 2. Desejo, fantasia, parafilia e crime: onde começa e onde termina cada coisa
Desejo sexual ≠ transtorno parafílico ≠ crime sexual
Critérios clínicos para diferenciar fantasia, compulsão e risco
O erro comum de tratar tudo como patologia (ou como “expressão do desejo”)
🔹 3. Manejo clínico da pedofilia, zoofilia e sadismo
Especificidades clínicas de cada manifestação
O que observar na narrativa, no corpo e na relação terapêutica
Indicadores de risco iminente e escalada do comportamento
🔹 4. O lugar do psicólogo: entre moralismo, negligência e cumplicidade
Por que moralizar não protege ninguém
Por que a omissão também é uma forma de violência
Como sustentar uma escuta ética sem se tornar cúmplice
🔹 5. Protocolos de manejo clínico e estratégias de intervenção
Estruturação do setting diante dessas demandas
Construção de contrato terapêutico e limites claros
Intervenções possíveis em diferentes abordagens
Quando o foco é redução de dano, contenção ou encaminhamento
🔹 6. Ética profissional, sigilo e limites legais
O que o Código de Ética permite, exige e proíbe
Sigilo profissional: até onde vai?
Quando há dever de quebra de sigilo
Atuação responsável frente ao risco criminal
🔹 7. Encaminhamentos, rede de apoio e proteção
Quando a clínica não é suficiente
Articulação com rede jurídica, médica e institucional
O papel do psicólogo na prevenção de violência sexual
🔹 8. O impacto dessas demandas no próprio terapeuta
Nojo, medo, curiosidade, excitação e repulsa
Contratransferência em casos de comportamento sexual incomum
Autocuidado, supervisão e limites psíquicos do profissional
Cronograma do Evento
Evento Atualizado com Sucesso



Check List de Materiais
1º Palestra
2º Palestra
3º Palestra
4º Palestra
5º Palestra
6º Palestra
7º Palestra
8º Palestra
9º Palestra
10º Palestra
PAINEL GERAL DE EDIÇÃO DO EVENTO
Banners
Evento Atualizado com Sucesso