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Título da Palestra
Adoção Cura o Abandono? O Que a Clínica Precisa Saber Antes de Prometer Vínculo
26 de fevereiro de 2026
Oficial BRAPSI
Apresentação do Evento
A palestra “Adoção Cura o Abandono? O Que a Clínica Precisa Saber Antes de Prometer Vínculo” propõe uma reflexão profunda e necessária sobre uma das questões mais sensíveis na prática psicológica contemporânea: até que ponto a adoção, por si só, repara as marcas psíquicas do abandono?
Num contexto em que a adoção é muitas vezes idealizada como solução reparadora, esta formação breve convida profissionais da psicologia a revisitar conceitos fundamentais como vinculação, trauma precoce, desenvolvimento emocional, parentalidade adotiva e construção identitária. Parte-se da compreensão de que a adoção é um novo começo — mas não apaga a história anterior. Assim, a clínica precisa de estar preparada para acolher narrativas complexas, ambivalências afetivas, lealdades invisíveis e desafios no estabelecimento do vínculo.
Ao longo da formação, serão abordado
OBJETIVO
O objetivo desta formação é capacitar profissionais para uma prática clínica mais consciente, ética e fundamentada, promovendo intervenções que respeitem a singularidade de cada história adotiva. Pretende-se ampliar o olhar clínico, oferecendo ferramentas teóricas e reflexivas que permitam compreender o sofrimento para além do comportamento, evitando interpretações simplistas ou expectativas irrealistas.
Esta é uma oportunidade de aprofundar conhecimentos numa área que exige sensibilidade, rigor técnico e posicionamento ético. Se trabalha com crianças, adolescentes, famílias adotivas ou em contexto institucional, esta formação irá desafiar as suas certezas, enriquecer a sua prática e fortalecer a sua intervenção clínica.
Porque a adoção pode ser reparadora — mas só quando a clínica está preparada para escutar aquilo que não foi vivido, nomeado ou elaborado.
TÓPICOS DO EVENTO
- s marcas psíquicas do abandono e da institucionalização;
- Teoria da vinculação e os seus impactos na adoção;
- Fantasias parentais e expectativas idealizadas;
- O lugar do segredo, da verdade e da origem;
- Comportamentos desafiadores como linguagem do trauma;
- O papel do psicólogo na mediação do vínculo e no suporte à família adotiva;
- Limites éticos da promessa de “cura” e de vínculo garantido.
Apresentação
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