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Revisando Inf.
Título da Palestra
“Triste, Mas Bonita: Porque a Dor nos Atrai na Música Pop — Psicologia do ‘Prazer do Triste’ eSedução Emocional”
11:00 AM
SerMULHER - Núcleo de Psicologia da Mulher
Apresentação do Evento
Por que insistimos em ouvir músicas que nos fazem sofrer?
Este curso propõe um mergulho na psicologia do “prazer do triste”, explorando como a música pop transforma dor em experiência estética, compartilhável e, muitas vezes, desejável.
Entre letras que narram perdas, melodias que evocam saudade e vozes que performam vulnerabilidade, encontramos não apenas sofrimento — mas também identificação, pertencimento e sedução emocional.
Uma análise que atravessa o campo da psicologia, da cultura e da experiência subjetiva, convidando à reflexão sobre o que, em nós, encontra beleza na dor.
OBJETIVO
Investigar, a partir de uma perspectiva psicológica e simbólica, por que narrativas musicais marcadas pela dor, perda e melancolia exercem fascínio e prazer emocional. Compreender como a música pop mobiliza afetos, ativa identificações e constrói experiências estéticas que transformam sofrimento em algo desejável, compartilhável e, por vezes, sedutor.
TÓPICOS DO EVENTO
“prazer do triste”: por que gostamos de sofrer (esteticamente)?
Paradoxo do prazer na tristeza
Catarse, identificação e regulação emocional
Música pop como dispositivo emocional
Construção de narrativas afetivas
Repetição, refrão e fixação psíquica
A estética da vulnerabilidade
Dor, desejo e identificação
Quando a dor do outro vira experiência íntima
Processos de espelhamento e projeção
A construção do “eu ferido” na escuta
A romantização do sofrimento
Amor não correspondido, abandono, perda
Sofrimento como prova de intensidade emocional
O risco da naturalização da dor como valor
Sedução emocional e indústria cultural
A dor como linguagem universal e vendável
Performances de sofrimento e autenticidade
A estética do “sofrer bonito”
Dimensões clínicas da escuta musical
Música como recurso de elaboração psíquica
Quando a repetição reforça o sofrimento
Possibilidades e limites no uso clínico
Entre o alívio e a captura emocional
A música como espaço de elaboração vs. aprisionamento afetivo
Quando sentir dói… mas também prende
Informações Sobre Curso
2
Nº de Aulas
2 Horas por Aula
10h
40,00
Duração:
CH:
Valor:
Anúncios:
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