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Status do Evento

Em Divulgação

Título da Palestra

Falsas Memórias e Erros Judiciais: Formação Teórico-Prática para Psicólogos na Atuação Jurídica

Dias 09, 11 e 13 de MAR

7:00 PM

PSIFOR - Núcleo de Psicologia Forense

Apresentação do Evento

Você confiaria plenamente em tudo o que lembra?
E se a sua memória ou a de uma testemunha fosse usada como prova em um julgamento?

A memória humana é falível, moldável e, muitas vezes, enganosa. No entanto, ela continua sendo uma das principais fontes de evidência em tribunais, investigações e atendimentos clínicos. O problema? Nem tudo o que lembramos realmente aconteceu.

Neste curso instigante e fundamentado na Psicologia Jurídica e nas Ciências do Comportamento, você vai mergulhar no universo das falsas memórias — um fenômeno que pode parecer sutil, mas que tem o poder de condenar inocentes, distorcer verdades e comprometer a ética profissional.

Ao longo de três aulas intensas e acessíveis, você vai entender:

  • Como a mente pode criar lembranças falsas com absoluta convicção;
  • De que forma essas memórias impactam o sistema de justiça;
  • E qual é o papel do psicólogo diante de relatos subjetivos, sensíveis e potencialmente distorcidos.

Com base em evidências científicas, casos reais e reflexões éticas, este curso é uma formação essencial para quem deseja atuar com responsabilidade e senso crítico nas áreas clínica, jurídica ou forense.

OBJETIVO

Este curso tem como objetivo principal introduzir e aprofundar a compreensão do fenômeno das falsas memórias, com foco em suas implicações no sistema de justiça e na atuação ética do psicólogo. A partir de uma abordagem teórico-prática, os participantes serão convidados a refletir sobre como a memória humana pode ser falível, influenciável e, por vezes, perigosa quando utilizada como prova judicial.

Ao longo das aulas, serão apresentados os mecanismos cognitivos e emocionais que favorecem a formação de falsas lembranças, bem como os riscos associados a entrevistas mal conduzidas, tanto no contexto jurídico quanto clínico. Casos reais, experimentos clássicos e discussões éticas serão utilizados para estimular o pensamento crítico e preparar o futuro profissional para lidar com relatos subjetivos de forma responsável e fundamentada.

Ao final do curso, espera-se que os participantes sejam capazes de:

  • Compreender os principais conceitos e mecanismos envolvidos nas falsas memórias;
  • Reconhecer os riscos da sugestão e da indução de memórias em contextos forenses e clínicos;
  • Analisar criticamente casos reais em que falsas memórias resultaram em erros judiciais;
  • Refletir sobre a atuação ética do psicólogo diante de relatos subjetivos e sensíveis;
  • Aplicar estratégias de escuta e entrevista que minimizem o risco de distorções mnêmicas.

Este curso é uma oportunidade única para quem deseja atuar com responsabilidade, ética e embasamento científico em áreas onde a memória pode ser tanto uma aliada quanto uma armadilha.

TÓPICOS DO EVENTO

🧠 AULA 1 – Como a Mente Engana: Fundamentos das Falsas Memórias

 

Tópicos abordados:

  • O que são falsas memórias?
  • Diferença entre erro de memória e mentira intencional
  • Como a memória funciona: codificação, armazenamento e recuperação
  • Por que a memória é falível? Reconstrução e plasticidade da memória
  • Influência da emoção, atenção e contexto
  • Principais mecanismos de distorção: Sugestão externa, Interferência retroativa, Confabulação e Efeito da repetição
  • Experimentos clássicos e evidências científicas: Elizabeth Loftus e os estudos com testemunhas
  • Paradigma DRM (Deese-Roediger-McDermott)

⚖️ AULA 2 – Lembranças que Condenam: Falsas Memórias no Sistema de Justiça

 

Tópicos abordados:

  • A memória como prova judicial: limites e riscos
  • Falsas memórias em depoimentos de vítimas e testemunhas
  • Técnicas de entrevista e o risco da sugestão: Perguntas abertas vs. dirigidas
  • Efeito da repetição e reforço
  • Entrevistas com crianças e adultos
  • Casos emblemáticos de erros judiciais baseados em falsas memórias: Caso McMartin (EUA) e Caso Evandro (Brasil)
  • O papel do psicólogo jurídico: Avaliação da credibilidade de relatos
  • Produção de laudos e pareceres
  • Limites éticos e técnicos da atuação
  • Discussão: até onde vai a responsabilidade do psicólogo?

🧑‍⚖️ AULA 3 – Escuta Ética e Prevenção: O que o Psicólogo Precisa Saber e Fazer

Tópicos abordados:

  • Falsas memórias em contextos clínicos: Terapias sugestivas e memórias recuperadas
  • Controvérsias sobre memórias reprimidas
  • O perigo da indução inconsciente na escuta clínica
  • Como escutar sem induzir: Postura ética e técnica do psicólogo
  • Técnicas de entrevista não-sugestivas
  • Documentação ética de relatos subjetivos
  • O psicólogo como perito ou assistente técnico: O que pode e o que não pode ser afirmado
  • Diretrizes éticas da Psicologia frente a relatos sensíveis
  • Como atuar com responsabilidade diante da dúvida? O compromisso com a verdade possível

Informações Sobre Curso

3

Nº de Aulas

2 Horas por Aula

30h

57,60

Duração:

CH:

Valor:

Cópia de Congresso CC- BRAPSI -  3110.png

Anúncios:

Não, prefiro tentar o curso sem anúncios.

Mirella Mena Barreto Orlando

Psicóloga e Mestre em Ciências do Comportamento

01/21827

@mirella.psicojuridica

(61)99954-6926

Apresentação

Mirella é Psicóloga Jurídica, Mestre em Ciências do Comportamento pela Universidade de Brasília (UnB) e Pós-Graduada em Psicologia Jurídica pela Faculdade Venda Nova do Imigrante. Associada ao IBDFAM – Instituto Brasileiro de Direito de Família, atua na interface entre Psicologia e Direito, com expertise em avaliações psicológicas para contextos jurídicos, perícias familiares e elaboração de laudos técnicos. Dedica-se à capacitação de profissionais por meio de palestras, cursos e supervisões, promovendo uma prática ética, científica e humanizada no sistema de justiça.

Mirella Mena Barreto Orlando

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