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Status do Desenvolvimento da Palestra:
Materiais Enviados
Título da Palestra
“Ela Diz Sim… e Se Abandona”: Limites, culpa e o manejo clínico de ensinar mulheres a dizer não sem colapsar
20 de maio de 2026
8:00 PM
O Evento Não Está Associado a um Núcleo
Apresentação do Evento
Uma palestra que aborda uma experiência comum e silenciosa: dizer “sim” para manter relações, evitar conflitos ou corresponder a expectativas, mesmo quando isso significa se afastar de si.
O encontro propõe olhar para além da ideia de que basta “aprender a dizer não”, explorando os fatores emocionais e relacionais que dificultam a sustentação de limites, como culpa, medo de perda e necessidade de pertencimento.
A partir de uma perspectiva clínica, a palestra discute caminhos possíveis para construir limites de forma gradual e sustentável, respeitando o tempo psíquico de cada mulher e evitando mudanças que gerem mais sofrimento do que transformação.
Um espaço de reflexão que não ensina respostas prontas, mas ajuda a compreender por que, muitas vezes, dizer “não” não é simples e como isso pode começar a se tornar possível.
OBJETIVO
Refletir sobre a dificuldade de estabelecer limites em mulheres que sustentam relações a partir da adaptação e do “sim”, analisando como a culpa, o medo de ruptura e a necessidade de manter vínculos interferem nesse processo, além de discutir o manejo clínico necessário para que o “não” possa ser construído de forma possível, sem gerar colapso emocional ou desorganização subjetiva.
TÓPICOS DO EVENTO
- O “sim” como forma de manter vínculos e evitar conflitos
- Dificuldade de dizer “não” e medo de rejeição ou abandono
- Culpa ao priorizar a si mesma
- Autoabandono como padrão relacional
- Limites frágeis vs. limites possíveis
- Quando o “não” gera ansiedade, angústia ou desorganização
- Diferença entre entender o limite e conseguir sustentá-lo
- Histórias pessoais que moldam a dificuldade de se posicionar
- O risco de incentivar mudanças sem preparo emocional
- Construção gradual e possível de limites
- Sustentar o “não” sem se culpar ou recuar
- Limite como forma de preservação — não de ruptura


