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Status do Desenvolvimento da Palestra:
Pos-evento
Título da Palestra
QUANDO VOCÊ PERCEBE, JÁ NÃO SE RECONHECE MAIS: Os sinais silenciosos de sofrimento psíquico e quando é hora de pedir ajuda
11 de setembro de 2026
6:30 AM
Apresentação do Evento
“Eu não era assim.”
“Antes eu gostava de sair.”
“Não sei quando comecei a me afastar de todo mundo.”
“Estou funcionando, mas não me sinto mais eu.”
O sofrimento psíquico nem sempre começa com uma grande crise. Às vezes, ele aparece aos poucos: no sono que muda, na vontade de se isolar, na perda de interesse, na irritabilidade, na dificuldade de cuidar de si, no abandono de atividades que antes faziam sentido ou na sensação persistente de estar apenas sobrevivendo.
O problema é que, quando essas mudanças acontecem gradualmente, podem ser normalizadas pelo próprio sujeito e por quem está ao redor.
A palestra propõe discutir esses sinais silenciosos de sofrimento, diferenciando mudanças esperadas da vida de alterações persistentes que podem indicar a necessidade de atenção e cuidado psicológico.
OBJETIVO
Compreender como o sofrimento psíquico pode se manifestar de forma gradual e pouco evidente, identificando mudanças emocionais, comportamentais, relacionais e funcionais que merecem atenção. Discutir quando essas transformações deixam de ser apenas uma fase ou resposta circunstancial e passam a indicar a necessidade de buscar ajuda, ampliando a capacidade de reconhecimento e intervenção precoce.
TÓPICOS
TÓPICOS DO EVENTO
1. “EU NÃO ERA ASSIM.”
Quando mudanças no próprio funcionamento começam a chamar atenção.
2. O SOFRIMENTO NEM SEMPRE FAZ BARULHO
As manifestações silenciosas que podem passar despercebidas.
3. “EU SÓ ESTOU CANSADO.”
Quando o cansaço deixa de ser apenas cansaço.
4. QUANDO VOCÊ PARA DE FAZER O QUE GOSTAVA
Perda de interesse, afastamento e mudanças na relação com a própria vida.
5. O CORPO COMEÇA A AVISAR
Alterações no sono, apetite, energia e outras manifestações físicas.
6. “NÃO QUERO VER NINGUÉM.”
Isolamento, irritabilidade e mudanças nos vínculos.
7. FUNCIONAR NÃO SIGNIFICA ESTAR BEM
Quando a pessoa continua trabalhando, estudando e cuidando das obrigações enquanto sofre internamente.
8. QUANDO A MUDANÇA DE COMPORTAMENTO PRECISA SER INVESTIGADA
Persistência, intensidade, contexto e impacto na vida cotidiana.
9. “TALVEZ EU ESTEJA EXAGERANDO.”
A dificuldade de reconhecer o próprio sofrimento e pedir ajuda.
10. PEDIR AJUDA ANTES DE CHEGAR AO LIMITE
Reconhecimento, prevenção e construção de uma rede de cuidado.
Apresentação
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