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Título da Palestra
KRATOS: O Que Fazer Quando a Raiva É a Última Forma de Sobrevivência do Paciente?
20 de fevereiro de 2026
5:00 PM
Oficial BRAPSI
Apresentação do Evento
Nem toda raiva é destrutiva. Em muitos percursos clínicos, ela surge quando a palavra já foi calada, quando o corpo foi obrigado a suportar demais e quando o sujeito aprendeu que sentir dói menos do que pedir ajuda. A raiva, nesses casos, não é falha de caráter nem descontrole emocional — é uma tentativa extrema de preservação psíquica.
Esta palestra convida à escuta da raiva como linguagem do sofrimento, tensionando a tendência à sua medicalização ou repressão, e propõe um olhar clínico ético, cuidadoso e transformador sobre aquilo que, muitas vezes, foi o único modo de o paciente continuar existindo.
OBJETIVO
Refletir sobre a raiva como expressão psíquica legítima e, muitas vezes, como último recurso de sobrevivência subjetiva do paciente diante de histórias de silenciamento, violência, invalidação emocional e perda de sentido. A palestra propõe compreender a raiva não apenas como sintoma a ser contido, mas como linguagem do sofrimento que emerge quando outras formas de comunicação falharam, articulando contribuições da psicologia clínica e da leitura simbólica do arquétipo de Kratos. Serão discutidos os riscos da patologização da raiva, as implicações éticas no manejo clínico e estratégias de escuta que transformem a força destrutiva em potência de reconstrução psíquica.
TÓPICOS DO EVENTO
KRATOS: a raiva como força de sobrevivência psíquica
Raiva, trauma e histórias de silenciamento emocional
Patologização e medicalização da raiva na clínica
Manejo clínico e escuta ética do afeto agressivo
Limites entre acolhimento da raiva e contenção da violência
Transformação da raiva em potência psíquica e reconstrução subjetiva


