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Status do Desenvolvimento da Palestra:
Pos-evento
Título da Palestra
A ARTE NA CLINICA INFANTIL: Quando desenhar vira uma forma de comunicar o que não cabe em palavras
12 de outubro de 2026
4:00 PM
Apresentação do Evento
Nem toda criança consegue explicar o que sente. Algumas contam histórias, outras brincam, outras desenham. Na clínica infantil, a produção gráfica pode abrir caminhos para experiências que ainda não encontram uma forma organizada de expressão verbal.
Mas interpretar um desenho não significa procurar um significado pronto para cada cor, traço ou figura. O desenho acontece dentro de uma história, de um contexto e de uma relação. O que importa não é apenas aquilo que foi colocado no papel, mas também o processo de criação, a narrativa da criança, suas escolhas e o sentido que ela própria atribui à produção.
A proposta é discutir a arte como recurso clínico, explorando como desenhos, pinturas e outras produções podem favorecer comunicação, expressão, elaboração e construção de vínculo na psicoterapia infantil.
OBJETIVO
Compreender a produção artística como recurso de comunicação e expressão na clínica infantil, discutindo possibilidades de utilização do desenho e de outras linguagens visuais sem interpretações reducionistas ou baseadas em significados universais.
TÓPICOS DO EVENTO
1. “EU NÃO SEI EXPLICAR.”
Quando a criança encontra no desenho uma outra maneira de se comunicar
2. ANTES DE INTERPRETAR, É PRECISO ESCUTAR
O significado da produção construído a partir da narrativa e da experiência da própria criança
3. UM DESENHO NÃO É UM DIAGNÓSTICO
Os limites da interpretação gráfica e os riscos de transformar elementos isolados em conclusões clínicas
4. O QUE A CRIANÇA ESCOLHE COLOCAR NO PAPEL?
Personagens, cenas, relações e temas que aparecem durante a produção
5. QUANDO O DESENHO MUDA
Transformações nas produções e o acompanhamento do processo terapêutico
6. “POSSO DESENHAR DO MEU JEITO?”
Liberdade criativa, autonomia e construção de um espaço seguro de expressão
7. QUANDO A ARTE CONTA UMA HISTÓRIA
Desenho, narrativa e elaboração de experiências difíceis
8. O PAPEL TAMBÉM PODE VIRAR BRINQUEDO
Recursos gráficos, imaginação e criação de propostas para diferentes demandas clínicas
9. O QUE ACONTECE ENTRE UM DESENHO E OUTRO?
Relação terapêutica, observação clínica e continuidade do processo
10. NÃO É SOBRE DESCOBRIR O QUE O DESENHO “SIGNIFICA”
É sobre compreender o que a criança está tentando comunicar
Apresentação
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