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Status do Desenvolvimento da Palestra:
Pos-evento
Título da Palestra
A Brincadeira de Casinha como Narrativa Clínica: Fantasia, experiências e papéis adultos no brincar infantil.
15 de outubro de 2026
5:00 PM
Apresentação do Evento
“Vamos brincar de casinha?” parece uma brincadeira simples, cotidiana e quase automática na infância. Mas, quando a criança coloca bonecos para morar juntos, prepara comida, coloca alguém para dormir, cria regras, dá bronca, separa personagens ou inventa uma família completamente diferente da sua, o brincar pode se transformar em um espaço privilegiado de expressão.
Brincar de vida adulta não significa necessariamente reproduzir aquilo que a criança vive em casa. O faz de conta mistura experiências, imaginação, observações, desejos, conflitos, referências culturais e possibilidades inventadas pela própria criança.
Na clínica, observar essa brincadeira exige mais do que procurar “significados escondidos” em cada personagem. É preciso acompanhar a narrativa, compreender o contexto, observar repetições, escolhas, mudanças e principalmente o lugar que a criança ocupa dentro daquela história.
OBJETIVO
Compreender o brincar de casinha e outras formas de faz de conta como possibilidades de expressão e investigação clínica na infância, discutindo como a criança representa relações, papéis, regras, conflitos, desejos e experiências por meio da brincadeira.
TÓPICOS DO EVENTO
1. “VAMOS BRINCAR DE CASINHA?”
Por que a brincadeira de vida adulta aparece tão cedo na infância
2. A CRIANÇA NÃO ESTÁ APENAS IMITANDO
Faz de conta, imaginação e transformação das experiências vividas
3. QUEM MANDA NESSA CASA?
Papéis, autoridade, regras e relações de poder no brincar
4. “VOCÊ É A MÃE. EU SOU O PAI.”
Identificação, papéis sociais e modelos de relacionamento
5. QUANDO A BRINCADEIRA TEM BRIGA, SEPARAÇÃO E RECONCILIAÇÃO
Conflitos familiares representados dentro do faz de conta
6. A CASA QUE A CRIANÇA INVENTOU
Desejos, possibilidades e famílias que podem existir na imaginação
7. QUANDO O BRINCAR SE REPETE
Repetição, continuidade e o que pode estar sendo elaborado pela criança
8. O QUE É DA CRIANÇA E O QUE É DO ADULTO?
Os limites da interpretação do brincar e o risco de transformar fantasia em diagnóstico
9. QUEM OBSERVA TAMBÉM PRECISA SABER ESCUTAR
O papel do psicólogo diante da narrativa, das escolhas e das mudanças durante a brincadeira
10. NÃO É SÓ UMA CASINHA
O brincar como espaço de expressão, elaboração e construção de novas possibilidades
Apresentação
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