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Status do Desenvolvimento da Palestra:
Pos-evento
Título da Palestra
A Porra e o Gozo - Da Literalidade do Prazer à compreensão do Gozo na Psicanálise
10 de setembro de 2026
6:00 PM
Apresentação do Evento
Na linguagem cotidiana, gozar parece simples: está associado ao prazer, ao orgasmo e à satisfação sexual. Mas, para a Psicanálise, o conceito de gozo aponta para algo muito mais complexo.
O gozo não se limita àquilo que é agradável. Ele também pode estar presente na repetição de experiências que fazem sofrer, nos excessos, nos comportamentos dos quais o sujeito diz querer sair, mas aos quais retorna, e na estranha satisfação encontrada justamente naquilo que provoca dor.
A partir da provocação presente no título, esta palestra propõe sair da compreensão literal e sexualizada do gozo para explorar sua dimensão psíquica. Entre prazer, desejo, repetição e sofrimento, a discussão convida a uma pergunta fundamental: por que, tantas vezes, continuamos fazendo aquilo que sabemos que nos machuca?
OBJETIVO
Investigar o conceito de gozo na Psicanálise para além de sua associação imediata ao prazer e à satisfação sexual, compreendendo sua relação com o desejo, o excesso, a repetição e o sofrimento. A proposta é problematizar aquilo que leva o sujeito a encontrar satisfação justamente onde afirma sofrer, revelando a dimensão paradoxal do gozo e suas implicações para a escuta clínica.
TÓPICOS DO EVENTO
PORRA É PRAZER. GOZO É OUTRA COISA.
A diferença entre a linguagem cotidiana e o conceito psicanalítico.
2. O PRAZER TEM LIMITE. O GOZO ULTRAPASSA.
Quando a satisfação deixa de ser simplesmente agradável.
3. POR QUE EU FAÇO ISSO SE SEI QUE ME FAZ MAL?
Repetição, excesso e a estranha satisfação encontrada no sofrimento.
4. DESEJO NÃO É NECESSIDADE.
O que o sujeito quer, o que procura e aquilo que nunca parece suficiente.
5. O CORPO GOZA, MAS O GOZO NÃO É APENAS DO CORPO.
Sexualidade, linguagem e a dimensão psíquica da experiência.
6. QUANDO O PRAZER VIRA COMPULSÃO.
Excesso, repetição e as formas pelas quais o sujeito fica capturado pela própria satisfação.
7. O GOZO QUE NINGUÉM ENTENDE.
Por que determinados comportamentos parecem irracionais para quem observa de fora.
8. SEXO, ORGASMO E GOZO NÃO SÃO SINÔNIMOS.
Desconstruindo a ideia de que gozar é simplesmente atingir satisfação sexual.
9. E QUANDO O SOFRIMENTO TAMBÉM SATISFAZ?
A dimensão paradoxal do gozo e aquilo que insiste para além do prazer.
10. O QUE O SUJEITO FAZ COM O SEU GOZO?
As possibilidades de escuta clínica diante daquilo que se repete, excede e insiste.
Apresentação
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