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Status do Desenvolvimento da Palestra:
Adiado
Título da Palestra
Alice in Borderland: Quando Viver Vira um Jogo e Morrer Deixa de Ser o Pior Risco
17 de fevereiro de 2026
8:00 PM
Oficial BRAPSI
Apresentação do Evento
A palestra “Alice in Borderland: Quando Viver Vira um Jogo e Morrer Deixa de Ser o Pior Risco” propõe uma análise psicológica da série a partir de temas como vazio existencial, dessensibilização frente à morte, jogos de sobrevivência e a transformação da vida em performance. Utilizando a narrativa da obra como disparador, a palestra discute como sujeitos passam a arriscar a própria vida não apenas para sobreviver, mas para sentir algo, pertencer ou encontrar sentido, refletindo dinâmicas presentes na clínica contemporânea, especialmente em contextos de sofrimento psíquico, apatia emocional e ideação de risco.
OBJETIVO
Refletir sobre os processos psíquicos envolvidos quando a vida perde valor simbólico e a morte deixa de ser o principal limite, analisando como o vazio existencial, a ruptura de vínculos, a despersonalização e a lógica do jogo atravessam a subjetividade contemporânea. A palestra tem como objetivo oferecer subsídios clínicos para compreender comportamentos de risco, dessensibilização emocional e busca extrema por sentido, auxiliando profissionais da saúde mental a qualificar sua escuta diante de sujeitos que vivem entre o tédio de existir e a excitação de sobreviver.
TÓPICOS DO EVENTO
- Quando Existir Não Basta
– Vazio existencial, anedonia e perda de sentido
– A vida cotidiana como experiência esvaziada - O Jogo como Organização Psíquica
– Regras, punições e recompensas como substitutos do sentido
– Controle, previsibilidade e sobrevivência emocional - Morrer Deixa de Ser o Pior Risco
– Dessensibilização frente à morte
– Comportamentos autodestrutivos e exposição ao risco - Vínculo, Traição e Aliança em Contextos Extremos
– Relações construídas sob ameaça
– Apego, desconfiança e sobrevivência relacional - O Retorno ao Mundo: E Depois do Jogo?
– Trauma, luto e reinserção na vida cotidiana
– Quando sobreviver não significa estar vivo
