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Status do Desenvolvimento da Palestra:

Pos-evento

Título da Palestra

ANTES DE PERGUNTAR “VOCÊ QUER MORRER?” O que a Psicologia precisa saber quando alguém começa a falar em desistir

17 de setembro de 2026

5:00 PM

Apresentação do Evento

“Eu não aguento mais.” “Queria sumir.” “Talvez fosse melhor não estar aqui.” “Cansei de tudo.” Nem sempre a pessoa chega ao consultório dizendo diretamente que quer morrer. Muitas vezes, o sofrimento aparece primeiro como uma fala de desistência, desesperança, desejo de desaparecer ou sensação de que não existe mais saída. É justamente nesse momento que o trabalho psicológico precisa começar. Antes de perguntar “você quer morrer?”, é necessário compreender o que aquela fala significa para aquela pessoa, qual sofrimento está por trás dela, quais fatores estão aumentando sua vulnerabilidade e quais recursos ainda estão disponíveis. Esta palestra propõe discutir a avaliação do risco de suicídio para além de uma pergunta protocolar, desenvolvendo um olhar clínico capaz de escutar a linguagem do sofrimento, reconhecer sinais de alerta, investigar risco e proteção e construir uma intervenção responsável diante de alguém que começa a falar em desistir.

OBJETIVO

Aprimorar o raciocínio clínico diante de manifestações de desesperança, desejo de desaparecer e falas relacionadas à desistência, compreendendo que a avaliação do risco de suicídio não começa nem termina com a pergunta “você quer morrer?”. A proposta é discutir como investigar o significado dessas falas, reconhecer fatores de risco e proteção, avaliar a presença e a intensidade da ideação suicida e organizar uma condução clínica ética e segura diante de situações de risco.

TÓPICOS DO EVENTO

1. “EU NÃO QUERO MORRER. EU SÓ QUERO QUE ISSO PARE.” Quando o sofrimento aparece antes de uma intenção suicida claramente formulada. 2. QUANDO “QUERO SUMIR” NÃO PODE SER IGNORADO Desesperança, desejo de desaparecer e outras formas de comunicação do sofrimento. 3. ANTES DA PERGUNTA, PRECISAMOS ESCUTAR O significado da fala dentro da história e do contexto daquela pessoa. 4. PERGUNTAR SOBRE SUICÍDIO NÃO “COLOCA A IDEIA NA CABEÇA” A importância de uma investigação direta, cuidadosa e sem julgamento. 5. RISCO NÃO É UMA RESPOSTA DE SIM OU NÃO A necessidade de avaliar diferentes dimensões da experiência suicida. 6. O QUE AUMENTA O RISCO? Vulnerabilidades, acontecimentos recentes, sofrimento intenso e fatores que podem elevar o risco. 7. E O QUE AINDA PROTEGE? Vínculos, recursos pessoais, acesso ao cuidado e outros fatores de proteção. 8. “EU PROMETO QUE NÃO VOU FAZER NADA.” Por que uma promessa isolada não substitui uma avaliação adequada do risco. 9. QUANDO O RISCO AUMENTA, O QUE O PSICÓLOGO FAZ? Condução clínica, segurança, rede de apoio, encaminhamentos e continuidade do cuidado. 10. DEPOIS DA PERGUNTA, O TRABALHO CONTINUA A importância de acompanhar, reavaliar e sustentar o cuidado para além do momento da crise.

Apresentação

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