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Status do Desenvolvimento da Palestra:

Concluido

Título da Palestra

Depoimento infantil em contexto de violência. Manejo da escuta, sugestionalibidade e risco de revitimização.

18 de junho de 2026

8:30 PM

Oficial BRAPSI

Apresentação do Evento

A palestra “Depoimento infantil em contexto de violência: manejo da escuta, sugestionabilidade e risco de revitimização” propõe uma reflexão sobre o papel da Psicologia diante de crianças que vivenciam situações de violência e chegam aos serviços de cuidado trazendo marcas subjetivas complexas. Em contextos como esses, a escuta psicológica ultrapassa a função de obtenção de informações, tornando-se um espaço de acolhimento, proteção e construção de segurança emocional.

O encontro busca discutir como diferentes formas de violência podem impactar o desenvolvimento infantil e a constituição subjetiva da criança, considerando aspectos emocionais, comportamentais, relacionais e simbólicos. Também aborda os desafios presentes na prática clínica e em contextos institucionais, especialmente no manejo da escuta de relatos de violência, destacando o cuidado necessário para evitar práticas que possam produzir sofrimento adicional.

Serão discutidos aspectos relacionados à sugestionabilidade infantil, aos riscos de revitimização decorrentes de intervenções inadequadas e à necessidade de uma postura ética e sensível do profissional. A proposta é fortalecer uma atuação psicológica comprometida com a proteção integral da criança, reconhecendo a responsabilidade da Psicologia na construção de práticas que priorizem o cuidado, a escuta qualificada e o respeito à singularidade de cada experiência.

Ao longo da palestra, serão abordados temas como os possíveis efeitos subjetivos da violência na infância, a atuação clínica em contextos de violência infantil, os desafios éticos envolvidos na proteção da criança e o compromisso da Psicologia com práticas que minimizem danos e promovam acolhimento e desenvolvimento saudável.

OBJETIVO

O objetivo da apresentação é discutir o depoimento infantil em contextos de violência, destacando os cuidados na escuta de crianças e adolescentes, os riscos da sugestionabilidade e da revitimização, além da importância do manejo ético e técnico do psicólogo na atuação jurídica e psicossocial.

TÓPICOS DO EVENTO

Depoimento infantil e proteção integral
Conceito de depoimento especial
Direitos da criança e do adolescente
Fundamentos legais e escuta protegida
O papel do psicólogo no contexto jurídico
Atuação ética e técnica
Limites da prática profissional
Diferença entre acolher, avaliar e investigar
Manejo da escuta infantil
Construção de ambiente seguro
Comunicação adequada ao desenvolvimento infantil
Escuta sensível e acolhedora
Sugestionabilidade infantil e cuidados técnicos
Influência de perguntas sugestivas
Memória infantil e risco de indução
Estratégias para preservar a espontaneidade do relato
Revitimização e impactos psicológicos
Repetição do relato traumático
Sofrimento emocional e institucional
Estratégias para evitar a revitimização
Trabalho em rede e desafios da atuação jurídica
Integração entre justiça, saúde e assistência social
Produção da prova e proteção da vítima
Humanização do atendimento e qualificação profissional

Maria Amorim

Maria Amorim

@amorim.mariamorim

CRP: 06/134799

@amorim.mariamorim

+55 (11)996159056

Apresentação

A palestrante Maria Amorim é advogada, psicóloga clínica e psicóloga forense, com ampla atuação nas áreas da saúde mental e do sistema de justiça. Perita habilitada no Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3), atua especialmente em casos complexos e internacionais relacionados à Convenção de Haia, desenvolvendo trabalhos voltados à avaliação psicológica, perícia forense e à interface entre Psicologia e Direito.

Possui mestrado em Psicologia Forense, além de diversas especializações nas áreas jurídica e psicológica. Atuou como coordenadora do curso de Psicologia e atualmente é professora de graduação e pós-graduação, dedicando-se também à formação profissional como diretora de cursos de capacitação e preparação de peritos.

Com experiência acadêmica, clínica e pericial, sua trajetória é marcada pela contribuição à Psicologia Jurídica e pela formação de profissionais comprometidos com a ética, a ciência e a atuação técnica no contexto forense.

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Maria Amorim

Maria Amorim

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