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Título da Palestra

DEMON SLAYER: O MONSTRO NASCE OU É CRIADO? Trauma, resiliência e os limites da resistência psíquica

9 de outubro de 2026

5:30 PM

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Apresentação do Evento

Em Demon Slayer, humanos e demônios carregam histórias marcadas por perdas, violência, abandono, rejeição e experiências que atravessam suas formas de existir. Alguns personagens encontram vínculos e possibilidades de reconstrução; outros transformam o sofrimento em violência e destruição. Mas uma pergunta permanece: o que transforma uma experiência de sofrimento em uma trajetória de resistência, e o que pode levar alguém a reproduzir a violência que sofreu? A partir do universo de Demon Slayer, a palestra propõe discutir trauma, vulnerabilidade, vínculos, resiliência e contexto social, evitando tanto a ideia de que todo sofrimento produz pessoas fortes quanto a de que uma história difícil determina inevitavelmente um comportamento futuro.

OBJETIVO

Analisar, a partir de Demon Slayer, como experiências traumáticas, vínculos, contexto, violência e possibilidades de proteção atravessam a construção subjetiva, discutindo processos de resiliência, reprodução da violência e os limites da capacidade humana de suportar e elaborar o sofrimento.

TÓPICOS DO EVENTO

1. O MONSTRO NASCE OU É CRIADO? Trauma, contexto e a construção de trajetórias de sofrimento 2. TODO DEMÔNIO TEM UMA HISTÓRIA — MAS TODA HISTÓRIA EXPLICA? Contexto, sofrimento e os limites de uma explicação psicológica 3. QUANDO A DOR NÃO TERMINA QUANDO O PERIGO TERMINA Trauma, memória e marcas que permanecem depois da experiência 4. QUEM CUIDA DE QUEM SOFRE? Vínculos, proteção e o papel do outro na reconstrução após experiências traumáticas 5. “EU NÃO QUERO ME TORNAR AQUILO QUE ME MACHUCOU.” Reprodução da violência, identificação e possibilidade de ruptura 6. SER FORTE TAMBÉM CANSA Resiliência sem romantização: quando resistir não significa não sofrer 7. QUANDO O SOFRIMENTO VIRA IDENTIDADE Raiva, culpa, abandono e a construção de uma imagem de si marcada pela dor 8. POR QUE ALGUNS SOBREVIVEM DE UM JEITO E OUTROS DE OUTRO? Fatores de proteção, vínculos, contexto e diferentes respostas ao trauma 9. NEM TODO MONSTRO COMEÇOU COMO MONSTRO Humanização sem justificar violência e a complexidade das trajetórias subjetivas 10. E QUANDO A LUTA ACABA? O que acontece depois da sobrevivência e por que reconstruir a vida também faz parte da resistência

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Apresentação

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