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Status do Desenvolvimento da Palestra:

Criando Logos

Título da Palestra

DESENHO ANIMADO TAMBÉM É RECURSO: Como utilizar personagens e histórias na clínica infantil

21 de outubro de 2026

7:00 AM

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Apresentação do Evento

Uma criança pode chegar à sessão falando de um desenho animado, repetindo uma fala de um personagem, inventando histórias com seus brinquedos ou escolhendo determinado personagem para representar uma situação. Para o adulto, pode parecer apenas interesse infantil. Para a clínica, pode existir ali uma possibilidade de comunicação e construção de sentido. Personagens e narrativas conhecidas podem funcionar como mediadores para conversar sobre emoções, relações, conflitos, medos, escolhas, perdas, diferenças e situações que seriam difíceis de abordar diretamente. A criança não precisa falar imediatamente sobre si: pode falar sobre o personagem e, a partir desse universo, construir outras formas de pensar sua própria experiência. A proposta é discutir como incorporar desenhos animados, personagens e histórias ao processo psicoterapêutico de maneira planejada, criativa e ética, evitando tanto o uso superficial quanto a interpretação automática de personagens como “representações” da criança.

OBJETIVO

Apresentar possibilidades de utilização de personagens e histórias de desenhos animados como recursos mediadores na clínica infantil, explorando estratégias para favorecer comunicação, expressão, reflexão e elaboração de questões emocionais e relacionais.

TÓPICOS DO EVENTO

1. “VOCÊ CONHECE ESSE DESENHO?” Quando o interesse da criança pode abrir a porta da clínica. Como utilizar repertórios já significativos para a criança como ponto de partida para estabelecer comunicação e vínculo. 2. NÃO É SÓ PASSAR O DESENHO Entre assistir e transformar uma história em recurso clínico. A diferença entre utilizar uma produção audiovisual como entretenimento e utilizá-la com uma finalidade terapêutica definida. 3. “E SE VOCÊ FOSSE ELE?” Personagens como mediadores da expressão infantil. Como falar sobre sentimentos, escolhas e conflitos através de um personagem pode tornar determinados conteúdos mais acessíveis. 4. QUANDO A CRIANÇA FALA DO PERSONAGEM, MAS ESTÁ FALANDO DE SI Identificação, distância simbólica e possibilidade de elaboração. O personagem como espaço intermediário para a criança experimentar perspectivas sem precisar se expor diretamente. 5. VILÃO, HERÓI OU NENHUM DOS DOIS? Conflitos, escolhas e complexidade dos personagens. Histórias infantis como oportunidade para discutir comportamentos, consequências, relações e diferentes maneiras de interpretar uma mesma situação. 6. “POR QUE ELE FEZ ISSO?” A narrativa como convite para pensar o outro. Utilizar acontecimentos da história para trabalhar perspectivas, intenções, diferenças e compreensão das relações. 7. E SE A HISTÓRIA FOSSE DIFERENTE? Criatividade, alternativas e resolução de problemas.

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Apresentação

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