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Título da Palestra

Diagnóstico Não é Álibi: Quando Transtornos Mentais São Usados Para Justificar Crimes.

28 de janeiro de 2026

8:00 PM

PSIFOR - Núcleo de Psicologia Forense

Apresentação do Evento

A palestra “Diagnóstico Não é Álibi: Quando Transtornos Mentais São Usados Para Justificar Crimes” propõe um debate técnico, ético e interdisciplinar sobre essa problemática, evidenciando a diferença fundamental entre o diagnóstico clínico, voltado ao cuidado em saúde mental, e o critério jurídico de inimputabilidade ou responsabilidade penal, que exige parâmetros legais específicos e análise pericial rigorosa.


Serão discutidos os critérios necessários para o estabelecimento do nexo causal entre um transtorno mental e o ato ilícito, problematizando leituras simplificadas que reduzem crimes complexos a rótulos diagnósticos. A palestra também abordará as ferramentas técnicas da Psicologia Forense para a identificação de fenômenos de simulação e dissimulação, práticas frequentes em contextos periciais e que exigem avaliação criteriosa, metodológica e ética.


Por fim, o evento convida à reflexão sobre o papel da Psicologia Forense diante da tentativa de “psicologização” do crime, reafirmando a importância do rigor científico, da responsabilidade social e da ética profissional na interface entre Psicologia, Direito e Justiça.

OBJETIVO

Promover uma reflexão crítica, técnica e ética sobre os limites entre saúde mental e responsabilidade penal, esclarecendo que o diagnóstico psicológico ou psiquiátrico, por si só, não constitui justificativa automática para a prática de crimes. O evento busca qualificar profissionais e estudantes para compreender a distinção entre diagnóstico clínico e inimputabilidade jurídica, analisar o nexo causal entre transtorno mental e conduta ilícita, reconhecer estratégias de simulação e dissimulação em contextos forenses e fortalecer o rigor científico da Psicologia Forense frente à crescente tendência de psicologização do crime.

TÓPICOS DO EVENTO

Diferenciar o diagnóstico clínico (saúde mental) do critério jurídico de inimputabilidade/responsabilidade penal.
Analisar a importância do nexo causal entre o transtorno mental e o ato ilícito.
Discutir as ferramentas técnicas para identificação de fenômenos de simulação e dissimulação em contexto forense.
Debater a ética e o rigor científico da Psicologia Forense frente à tentativa de "psicologização" do crime.

Victória Evangelista da Silva Magalhães

Victória Evangelista da Silva Magalhães

Psicóloga

24/04017

@psiforense_

68992067373

Apresentação

Até onde um diagnóstico justifica um comportamento? No cenário atual, a interface entre a Psicologia e o Direito enfrenta um desafio crescente: a utilização de transtornos mentais como justificativa para atos ilícitos. Esta palestra, intitulada 'Diagnóstico Não é Álibi', propõe uma análise técnica e ética sobre a responsabilidade individual e o rigor necessário na avaliação psicológica.

Abordaremos a importância de diferenciar sintomas clínicos de desvios de conduta, o impacto de laudos superficiais no sistema de justiça e como o profissional de saúde deve se posicionar para garantir que o diagnóstico seja uma ferramenta de cuidado, e não um instrumento de impunidade. Um convite à reflexão para psicólogos, advogados e estudantes que buscam excelência técnica e compromisso ético na prática pericial e clínica.

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Victória Evangelista da Silva Magalhães

Victória Evangelista da Silva Magalhães

Psicóloga

24/04017

Victória Evangelista da Silva Magalhães

Victória Evangelista da Silva Magalhães

Psicóloga

24/04017

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