top of page
.png)
Nossa missão é exagerada... queremos mudar o mundo!
E nosso método, Radical! Transformando pensamentos!
Status do Desenvolvimento da Palestra:
Criando Banners
Título da Palestra
DIVERTIDA MENTE EM LUTO: Compreendendo a experiência da criança diante da perda, da ausência e da morte
16 de setembro de 2026
3:00 PM
Apresentação do Evento
Quando alguém morre, a criança também perde — mas nem sempre consegue explicar o que perdeu.
Às vezes, o luto aparece no choro. Outras vezes, aparece na brincadeira, na irritação, no silêncio, na regressão, nas perguntas repetidas ou até em momentos em que a criança parece estar “bem demais”.
Inspirada no universo de Divertidamente, esta palestra propõe compreender o luto infantil a partir da experiência da criança diante da morte e de outras perdas significativas. A proposta é discutir como as emoções se reorganizam quando alguém deixa de estar presente, como a criança compreende progressivamente a morte e por que o sofrimento infantil não deve ser medido apenas pela intensidade ou duração do choro.
Mais do que ensinar a criança a “superar” uma perda, é preciso compreender como ela dá significado à ausência e como os adultos podem acompanhá-la sem esconder a morte, apressar o luto ou exigir uma forma específica de sofrer.
OBJETIVO
Compreender as particularidades do luto infantil diante da morte e de outras perdas significativas, considerando o desenvolvimento cognitivo e emocional da criança, suas diferentes formas de expressão do sofrimento e a maneira como família, escola e psicólogo podem oferecer suporte durante esse processo.
A palestra busca ampliar o olhar profissional para reconhecer que a criança também vive o luto, mas nem sempre o expressa da maneira que os adultos esperam.
TÓPICOS DO EVENTO
1. “ELA MORREU. MAS QUANDO ELA VAI VOLTAR?”
Como a criança compreende a morte e a ausência de acordo com seu desenvolvimento.
2. A TRISTEZA NÃO FICA O TEMPO TODO NA SALA DE COMANDO
A oscilação emocional e as diferentes formas de manifestação do luto infantil.
3. CRIANÇA DE LUTO TAMBÉM BRINCA
Por que brincar, rir e continuar vivendo não significam ausência de sofrimento.
4. “EU FIZ ALGUMA COISA ERRADA?”
Culpa, pensamento infantil e interpretações sobre a morte.
5. QUANDO A SAUDADE VIRA COMPORTAMENTO
Irritabilidade, regressão, isolamento, alterações no sono e outras manifestações possíveis.
6. “NÃO CONTA PARA ELE, ELE É MUITO PEQUENO”
O impacto do silêncio dos adultos e a importância de uma comunicação adequada sobre a morte.
7. A CRIANÇA PERGUNTA DE NOVO. E DE NOVO. E DE NOVO.
Repetição, elaboração e necessidade de construir sentido diante da perda.
8. TODA PERDA É MORTE?
Separação, abandono, mudança, perda de vínculos e outras experiências que podem produzir luto na infância.
9. QUANDO O LUTO PRECISA DE ATENÇÃO CLÍNICA?
Diferenciando manifestações esperadas do luto de sinais de sofrimento que exigem investigação e acompanhamento psicológico.
10. NÃO É SOBRE FAZER A CRIANÇA ESQUECER
O papel da Psicologia na elaboração da perda, na construção de novos significados e na possibilidade de continuar vivendo sem apagar o vínculo com quem foi perdido.
Apresentação
Feedback dos Participantes:
bottom of page