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Título da Palestra
Do Riso ao Sintoma: O Que “Todo Mundo em Pânico” Revela Sobre Nossa Sociedade e a Dessensibilização Psíquica
7 de abril de 2026
6:00 PM
Oficial BRAPSI
Apresentação do Evento
Analisar como o humor contemporâneo, exemplificado por Todo Mundo em Pânico, contribui para processos de dessensibilização psíquica, compreendendo o riso não apenas como forma de entretenimento, mas como um mecanismo de defesa diante de conteúdos ligados à violência, ao sexo e à morte.
Busca-se investigar de que maneira a repetição desses estímulos, mediada pela cultura midiática, pode reduzir a capacidade de afetação e elaboração emocional, favorecendo a banalização do sofrimento e o distanciamento psíquico frente ao outro. Além disso, pretende-se refletir sobre os impactos dessa dinâmica na constituição subjetiva contemporânea, especialmente no que diz respeito à dificuldade de simbolização, à necessidade de estímulos intensos e às formas de sofrimento que emergem no contexto clínico.
Por fim, o objetivo é contribuir para uma leitura crítica do humor enquanto fenômeno cultural e clínico, ampliando a compreensão do psicólogo sobre o que o riso pode encobrir e como esses processos se manifestam nas demandas trazidas ao consultório.
OBJETIVO
O riso, frequentemente associado ao prazer e ao alívio, também pode operar como um importante mecanismo psíquico de defesa. Produções como Todo Mundo em Pânico exemplificam uma forma de humor marcada pelo excesso, pela banalização da violência, do sexo e da morte, revelando não apenas tendências culturais, mas modos contemporâneos de lidar com o sofrimento.
Ao transformar conteúdos potencialmente angustiantes em objeto de riso, a cultura midiática contribui para processos de dessensibilização psíquica, nos quais o sujeito se afasta da experiência emocional profunda, substituindo a elaboração pela repetição e pelo entretenimento.
Essa palestra propõe uma leitura crítica do humor enquanto fenômeno social e clínico, investigando o que o riso encobre, quais afetos são silenciados e de que forma essa dinâmica se manifesta na constituição subjetiva e nas demandas que emergem no consultório psicológico.
TÓPICOS DO EVENTO
- Humor e cultura: análise crítica de Todo Mundo em Pânico como fenômeno social
- O riso como mecanismo psíquico: entre defesa, negação e elaboração
- Dessensibilização psíquica frente à violência, sexo e morte na mídia
- Banalização do sofrimento e normalização do absurdo
- Humor ácido e limites éticos: quando o riso encobre o sintoma
- A cultura do excesso e a necessidade de estímulos cada vez mais intensos
- Impactos no sujeito contemporâneo: empobrecimento afetivo e dificuldade de simbolização
- Repercussões clínicas: o que chega ao consultório na era do riso constante
- Possibilidades de intervenção: resgate da sensibilidade e elaboração psíquica


