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Status do Desenvolvimento da Palestra:

Pos-evento

Título da Palestra

E DEPOIS QUE A CRISE PASSA? O que acontece quando o paciente continua vivo, mas o sofrimento continua

18 de setembro de 2026

6:00 PM

Apresentação do Evento

A crise passou. O paciente não morreu. O risco imediato diminuiu. Mas isso não significa que o sofrimento desapareceu. Depois de uma tentativa de suicídio, de uma crise intensa ou de um período de ideação suicida, o paciente pode permanecer atravessado por desesperança, vergonha, culpa, ambivalência, exaustão, conflitos relacionais e pela dificuldade de imaginar uma vida possível depois do que aconteceu. É justamente nesse momento que começa uma outra etapa do cuidado psicológico. A palestra propõe discutir o pós-crise como um momento clínico que exige mais do que alívio do risco imediato: exige compreensão da experiência vivida, continuidade do cuidado, reconstrução de possibilidades, fortalecimento de vínculos e acompanhamento daquilo que permanece quando a urgência termina.

OBJETIVO

Compreender os desafios clínicos do período posterior a uma crise suicida, tentativa de suicídio ou episódio de intenso sofrimento psíquico, discutindo como o psicólogo pode acompanhar o paciente quando o risco imediato diminui, mas as condições que produziram o sofrimento ainda permanecem.

TÓPICOS DO EVENTO

1. A CRISE PASSOU. MAS O QUE MUDOU? O fim da urgência não significa o fim do sofrimento. 2. “EU ESTOU VIVO. E AGORA?” O que pode surgir depois que o paciente sobrevive a uma tentativa ou crise suicida. 3. QUANDO O ALÍVIO VEM JUNTO COM A CULPA Ambivalência, vergonha, culpa e dificuldade de falar sobre o que aconteceu. 4. O PACIENTE NÃO É MAIS UMA EMERGÊNCIA — MAS AINDA PRECISA DE CUIDADO O risco diminui, mas o acompanhamento clínico continua sendo necessário. 5. E SE ELE VOLTAR A SORRIR? Por que uma melhora aparente não deve ser confundida automaticamente com resolução do sofrimento. 6. O QUE LEVOU ESSA PESSOA ATÉ AQUELE MOMENTO? Para além do episódio: história, contexto, vínculos, perdas, vulnerabilidades e recursos. 7. DEPOIS DA TENTATIVA, O VÍNCULO MUDA Como medo, vigilância, culpa e proteção excessiva podem atravessar as relações com família e rede de cuidado. 8. “EU NÃO QUERO PASSAR POR ISSO DE NOVO.” Reconstruindo possibilidades de enfrentamento, proteção e continuidade do cuidado. 9. QUANDO A VIDA VOLTA, MAS A PESSOA AINDA NÃO CONSEGUE IMAGINAR UM FUTURO Desesperança, sentido de vida e reconstrução de projetos possíveis. 10. SOBREVIVER NÃO É O FINAL DO TRATAMENTO O papel do psicólogo na continuidade, reavaliação do risco, fortalecimento de recursos e acompanhamento clínico

Apresentação

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