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FILHOS NÃO SÃO PROJETOS: Expectativas Parentais e a Construção da Identidade Infantil
18 de setembro de 2026
3:00 PM
Apresentação do Evento
Até que ponto os sonhos dos pais influenciam — ou invadem — a construção da identidade dos filhos?
Desde cedo, muitas crianças são atravessadas por expectativas familiares sobre desempenho, carreira, comportamento, aparência e futuro. Quando o desejo dos adultos ocupa espaço demais, a infância pode deixar de ser um território de descoberta para se transformar em uma tentativa constante de corresponder ao que esperam dela.
“Filhos Não São Projetos” propõe uma reflexão sobre os impactos psicológicos das expectativas parentais na constituição da identidade infantil. O evento aborda a delicada fronteira entre orientar e controlar, incentivar e exigir, cuidar e projetar, discutindo como a criança pode construir uma identidade própria sem carregar a responsabilidade de realizar os sonhos, reparar as frustrações ou sustentar as expectativas dos adultos.
OBJETIVO
Compreender como as expectativas parentais influenciam o desenvolvimento da identidade infantil.
Refletir sobre a diferença entre incentivo saudável e pressão excessiva.
Discutir os impactos da projeção dos desejos e frustrações dos pais sobre os filhos.
Identificar consequências emocionais relacionadas à necessidade constante de corresponder às expectativas familiares.
Debater caminhos para uma parentalidade que reconheça a criança como sujeito singular.
Promover reflexões sobre autonomia, individualidade e liberdade na construção do próprio futuro.
TÓPICOS DO EVENTO
1. Quando o sonho dos pais vira obrigação dos filhos
Expectativas, desejos familiares e o peso de corresponder.
2. A criança que precisa dar orgulho
Desempenho, aprovação e a construção de uma identidade baseada no olhar do outro.
3. Incentivar não é controlar
Onde termina o cuidado e começa a tentativa de determinar quem a criança deve ser?
4. Filhos como extensão dos pais
Projeções, frustrações não elaboradas e desejos transferidos entre gerações.
5. Quem sou eu além das expectativas da minha família?
Autonomia e construção da identidade infantil.
6. O medo de decepcionar
Culpa, ansiedade e a necessidade de agradar.
7. Quando a infância vira currículo
Alta performance, excesso de atividades e a pressão pelo futuro.
8. Permitir que o filho seja diferente
Acolhendo escolhas, interesses e caminhos que não correspondem ao projeto parental.
9. Educar para a autonomia
Como oferecer limites e orientação sem apagar a singularidade da criança.
10. Filhos não são projetos: são sujeitos
Uma reflexão final sobre escuta, vínculo e o direito de construir a própria história.
Apresentação
Feedback dos Participantes:
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