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Status do Desenvolvimento da Palestra:

Pos-evento

Título da Palestra

Frankenweenie: Quando o Luto se recusa a morrer- Luto, apego, perda e a dificuldade de aceitar a ausência

19 de setembro de 2026

4:00 PM

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Apresentação do Evento

Inspirado no clássico de Mary Shelley e construído a partir de uma narrativa sobre amor, perda e tentativa de transgressão dos limites da morte, Frankenweenie apresenta uma oportunidade singular para discutir o luto e a dificuldade humana de aceitar a ausência. A história de Victor e seu cão Sparky permite refletir sobre o vínculo de apego, a ruptura provocada pela perda e o desejo de recuperar aquilo que foi perdido. A partir da animação, a palestra aborda como o luto pode transformar a relação com a memória, a ausência e a própria necessidade de manter vivo, de alguma maneira, quem partiu. Mais do que falar sobre a morte, Frankenweenie possibilita discutir o que acontece quando o vínculo permanece, mas o objeto do vínculo já não está presente.

OBJETIVO

Analisar, a partir de Frankenweenie, os processos psicológicos envolvidos no luto, no apego e na experiência da perda, refletindo sobre a dificuldade de aceitar a ausência e sobre as diferentes formas pelas quais o indivíduo tenta preservar ou reconstruir o vínculo com aquilo que perdeu.

TÓPICOS DO EVENTO

Luto e perda: o impacto psíquico da ruptura de um vínculo significativo. Apego e vínculo: por que determinadas perdas são vivenciadas de maneira tão intensa. Quando a ausência não é aceita: dificuldade de elaborar a realidade da perda. O desejo de trazer de volta: fantasia, negação e tentativa de recuperar o objeto perdido. Memória e vínculo: como continuamos relacionados a quem ou ao que perdemos. O luto como processo: entre a dor da ausência e a possibilidade de elaboração. Culpa, responsabilidade e perda: quando o enlutado tenta encontrar explicações ou culpados. Limites entre preservar e não elaborar: quando manter a lembrança deixa de ser uma forma saudável de vínculo. A dificuldade de deixar ir: desapego não significa esquecimento. Luto e reconstrução da vida: como a pessoa pode continuar existindo diante de uma ausência que não pode ser desfeita. A morte como realidade psíquica: compreender, aceitar e simbolizar aquilo que não pode ser recuperado. Frankenweenie e a elaboração do luto: o que a narrativa revela sobre nossa necessidade de vencer a ausência.

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Apresentação

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