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Título da Palestra
Laudo como poder: responsabilidades, limites e ética quando a escrita ‘anda sozinha
28 de abril de 2026
8:00 PM
O Evento Não Está Associado a um Núcleo
Apresentação do Evento
Esta palestra propõe uma reflexão crítica sobre a escrita de laudos psicológicos e seus efeitos para além da clínica. Ao abordar o laudo como um instrumento que pode tanto sustentar quanto silenciar o sujeito, discutiremos os riscos de uma escrita automatizada, desconectada da escuta, e as consequências éticas e legais dessas práticas. O encontro busca fortalecer uma atuação mais responsável, consciente e comprometida com a singularidade, destacando que escrever sobre o outro é também assumir uma posição de poder que exige rigor, cuidado e ética.
OBJETIVO
Refletir sobre o lugar do laudo psicológico como instrumento de poder, analisando suas implicações éticas, técnicas e legais na prática profissional.
A palestra propõe discutir os riscos envolvidos quando a escrita se distancia da escuta clínica e passa a operar de forma automática, cristalizando interpretações, reforçando rótulos e produzindo efeitos concretos na vida do sujeito.
O objetivo é problematizar os limites da elaboração de documentos, destacando a responsabilidade do psicólogo na construção de narrativas que não reduzam a complexidade do caso, preservem a singularidade e evitem usos indevidos que possam gerar danos ou injustiças.
TÓPICOS DO EVENTO
- O laudo psicológico como instrumento técnico e dispositivo de poder
- Responsabilidade ética na escrita clínica
- Riscos de automatização e padronização dos documentos
- Efeitos do laudo na vida do sujeito (jurídico, social e institucional)
- Diferença entre escuta clínica e produção documental
- Limites, cuidados e implicações legais na elaboração de laudos
- Como evitar reduções, rótulos e interpretações fechadas

