top of page
Cabeçalho (6).png

Nossa missão é exagerada... queremos mudar o mundo!

E nosso método, Radical! Transformando pensamentos!

Status do Desenvolvimento da Palestra:

Criando Banners

Título da Palestra

LAUDO NÃO É OPINIÃO Técnica, Evidências e Responsabilidade na Psicologia Forense

5 de agosto de 2026

5:00 PM

Apresentação do Evento

Na Psicologia Forense, uma impressão não basta. Uma hipótese não é uma conclusão. E um laudo psicológico não pode ser construído a partir de opiniões pessoais, julgamentos ou achismos. Em contextos nos quais decisões podem impactar diretamente a vida de crianças, adolescentes, famílias e adultos, cada informação precisa ser analisada, cada conclusão precisa ser fundamentada e cada afirmação precisa encontrar respaldo técnico. Laudo Não é Opinião é um evento dedicado a discutir o que existe por trás de um documento psicológico tecnicamente consistente: avaliação, raciocínio profissional, análise de evidências, fundamentação, limites técnicos e responsabilidade ética. Mais do que aprender a escrever um documento, é compreender como pensar antes de escrever — e como transformar dados psicológicos em conclusões tecnicamente sustentáveis no contexto forense. Porque, na Psicologia Forense, escrever não é apenas registrar. É assumir responsabilidade técnica por aquilo que se afirma.

OBJETIVO

Capacitar e provocar uma reflexão crítica sobre a elaboração de documentos psicológicos no contexto forense, destacando a importância da técnica, do raciocínio profissional, da análise de evidências e da fundamentação das conclusões. A palestra busca demonstrar que um laudo psicológico não é espaço para opiniões, julgamentos ou impressões pessoais, mas resultado de um processo técnico que exige método, responsabilidade, ética e clareza na comunicação profissional. Ao longo do encontro, serão discutidos os principais desafios envolvidos na construção de documentos psicológicos tecnicamente consistentes, os limites da atuação do psicólogo e os cuidados necessários para que cada conclusão apresentada seja coerente com os dados obtidos e devidamente fundamentada. A proposta é fortalecer uma Psicologia Forense que não apenas produza documentos, mas produza documentos capazes de sustentar tecnicamente aquilo que afirmam.

TÓPICOS DO EVENTO

TÓPICOS DO EVENTO 1. O que diferencia um documento técnico de uma opinião profissional? Técnica, método e fundamentação A diferença entre impressão, hipótese e conclusão Por que “parece” não é suficiente na Psicologia Forense 2. Antes de escrever: o raciocínio psicológico por trás do laudo Formulação da demanda Seleção de informações relevantes Integração dos dados obtidos Raciocínio técnico para chegar às conclusões 3. Evidências: o que sustenta uma conclusão psicológica? Dados obtidos durante o processo avaliativo Coerência entre dados, análise e conclusão Limites daquilo que os dados permitem afirmar O perigo de concluir além das evidências 4. O problema dos vieses na Psicologia Forense Vieses cognitivos e interpretações precipitadas Expectativas e crenças do profissional Confirmação de hipóteses Como reduzir interferências subjetivas no processo avaliativo 5. Quando o laudo ultrapassa os limites da Psicologia O que cabe ao psicólogo afirmar O que não cabe ao psicólogo concluir Diferenciando avaliação psicológica de julgamento Os limites entre competência técnica, inferência e especulação 6. Linguagem técnica: como escrever sem produzir interpretações indevidas Clareza, precisão e objetividade Termos que podem gerar ambiguidades Como apresentar hipóteses e conclusões com responsabilidade A importância da linguagem na compreensão do documento 7. Erros que fragilizam um laudo psicológico Conclusões sem fundamentação Generalizações indevidas Excesso de informações irrelevantes Linguagem categórica sem sustentação Confusão entre fatos, relatos e interpretações profissionais 8. Laudo, ética e responsabilidade profissional Responsabilidade sobre aquilo que se afirma Consequências de documentos tecnicamente frágeis Sigilo, limites e exposição de informações O compromisso ético na produção documental 9. Do dado à conclusão: construindo um documento tecnicamente defensável O que foi observado O que foi analisado O que pode ser concluído Como fundamentar cada afirmação Como reconhecer os limites da própria conclusão 10. Laudo Não é Opinião: o que precisa existir por trás de cada conclusão Técnica Evidência Fundamentação Raciocínio profissional Responsabilidade ética

Apresentação

Cópia de Congresso CC- BRAPSI -  3110.png
Upload
Cópia de Congresso CC- BRAPSI -  3110.png

Feedback dos Participantes:

bottom of page