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Status do Desenvolvimento da Palestra:
Em Divulgacao
Título da Palestra
Mamonas Assassinas: Juventude, Perda e Luto Coletivo
11 de setembro de 2026
6:00 PM
Apresentação do Evento
Em 1996, a morte dos integrantes dos Mamonas Assassinas interrompeu de forma abrupta uma trajetória artística que havia conquistado milhões de pessoas. Para uma geração de jovens, a perda não representou apenas a morte de artistas: significou também a ruptura repentina de uma parte da própria experiência de juventude.
A relação estabelecida entre fãs e artistas envolve identificação, pertencimento, admiração e construção de memórias afetivas. Quando uma figura admirada morre de maneira inesperada, o impacto pode ultrapassar o sofrimento individual e assumir uma dimensão coletiva, especialmente quando a tragédia é compartilhada por uma geração.
Esta palestra propõe uma reflexão psicológica sobre o luto coletivo a partir do fenômeno Mamonas Assassinas, discutindo juventude, identificação, memória afetiva, morte inesperada e as formas pelas quais uma sociedade transforma uma perda em memória compartilhada.
OBJETIVO
Analisar os aspectos psicológicos envolvidos no luto coletivo a partir da morte dos integrantes dos Mamonas Assassinas, compreendendo como identificação, juventude, memória afetiva e pertencimento influenciam a experiência de perdas compartilhadas.
Busca-se refletir sobre como acontecimentos traumáticos que atingem figuras públicas podem produzir repercussões emocionais coletivas e permanecer como marcos na memória de diferentes gerações.
TÓPICOS DO EVENTO
Quando uma geração perde seus ídolos
Mamonas Assassinas e a construção de uma identidade juvenil
Identificação com artistas e personagens públicos
A morte inesperada e o impacto psicológico da ruptura
Luto individual e luto coletivo: quando uma comunidade sofre junto
Adolescência, pertencimento e memória afetiva
A tragédia compartilhada pela mídia
Como uma geração transforma a perda em memória
Música, nostalgia e elaboração do luto ao longo do tempo
Por que algumas perdas continuam emocionalmente vivas décadas depois?
Apresentação
Feedback dos Participantes:
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