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Título da Palestra

NÃO QUERO MAIS JOGAR! Recursos lúdicos para trabalhar dificuldade em perder, frustração e flexibilidade emocional

19 de outubro de 2026

3:00 PM

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Apresentação do Evento

Tem criança que perde e chora. Tem criança que grita, abandona o jogo, muda as regras, acusa o outro de trapacear ou simplesmente decide que “não quer mais brincar”. Em muitos casos, o problema não está no jogo em si, mas naquilo que perder mobiliza: erro, comparação, sensação de incapacidade, necessidade de controle, medo de decepcionar ou dificuldade de lidar com aquilo que não aconteceu como esperado. O recurso lúdico permite que essas experiências apareçam dentro de um espaço protegido. A criança pode perder uma partida, negociar uma regra, tentar novamente, mudar de estratégia e experimentar diferentes respostas sem que o psicólogo transforme cada reação em uma lição moral sobre “saber perder”. A proposta é compreender o jogo como campo de observação e intervenção clínica, utilizando brincadeiras, jogos e desafios para trabalhar frustração, flexibilidade emocional, tolerância ao erro, controle, negociação e capacidade de continuar mesmo quando o resultado não corresponde ao que a criança desejava.

OBJETIVO

Apresentar recursos lúdicos e estratégias clínicas para trabalhar dificuldade em perder, baixa tolerância à frustração, rigidez diante de regras, necessidade de controle e dificuldade de flexibilizar respostas, utilizando o brincar como espaço de experimentação, expressão e construção de novas formas de enfrentamento.

TÓPICOS DO EVENTO

1. “EU NÃO QUERO MAIS JOGAR!” Quando perder faz a criança abandonar a experiência. O que pode estar por trás da recusa, da desistência e da dificuldade de permanecer diante de um resultado indesejado. 2. PERDER NÃO É SÓ PERDER O significado psicológico da derrota para cada criança. Fracasso, comparação, vergonha, incapacidade, rejeição e medo de não ser bom o suficiente podem aparecer em uma simples partida. 3. “MAS NÃO VALE!” Quando a criança precisa modificar a realidade para suportar o resultado. Mudança de regras, acusações, negociações e tentativas de recuperar o controle diante da frustração. 4. QUANDO ERRAR VIRA UM PROBLEMA Perfeccionismo, autocobrança e dificuldade de tolerar o próprio erro. O que acontece quando a criança não consegue experimentar o erro como parte do processo? 5. E SE NÃO FOR DO SEU JEITO? Rigidez, controle e flexibilidade emocional. Jogos como espaço para experimentar mudanças, imprevistos, regras diferentes e situações que não podem ser completamente controladas. 6. VAMOS JOGAR DE NOVO? Recomeçar depois da frustração. Trabalhar a possibilidade de tentar novamente sem transformar a segunda tentativa em uma obrigação de “fazer melhor”. 7. QUANDO A CRIANÇA QUER GANHAR DE QUALQUER JEITO Competição, comparação e necessidade de reconhecimento.

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Apresentação

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