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Título da Palestra

Naruto Salvou o Mundo. Mas Conseguiu Ser Pai? Trauma parental, ausência emocional e reparação de vínculos entre Naruto e Boruto

22 de julho de 2026

7:00 AM

Apresentação do Evento

Ao final de sua jornada, Naruto Uzumaki realiza o sonho de se tornar Hokage e proteger sua vila. No entanto, sua história como pai revela um conflito frequente na prática clínica: pessoas que sobreviveram a infâncias marcadas pela ausência afetiva nem sempre conseguem construir, espontaneamente, vínculos seguros com seus próprios filhos. A relação entre Naruto e Boruto Uzumaki permite discutir como experiências precoces de abandono, solidão e privação emocional podem influenciar a parentalidade, a disponibilidade afetiva e a transmissão intergeracional do sofrimento. Mais do que julgar Naruto como pai, a proposta é compreender os desafios psicológicos enfrentados por quem tenta oferecer ao outro aquilo que nunca recebeu. Esta palestra utiliza a narrativa de Naruto e Boruto para refletir sobre trauma parental, apego, comunicação familiar, desenvolvimento infantil e as possibilidades de reconstrução dos vínculos familiares.

OBJETIVO

Analisar a relação entre Naruto Uzumaki e Boruto Uzumaki sob a perspectiva da psicologia do desenvolvimento e da clínica familiar, compreendendo como experiências de trauma, abandono e privação afetiva podem influenciar o exercício da parentalidade. Busca-se discutir os processos de transmissão intergeracional do sofrimento, a construção dos vínculos parentais, os impactos da ausência emocional no desenvolvimento infantil e as possibilidades de reparação e fortalecimento das relações entre pais e filhos.

TÓPICOS DO EVENTO

Naruto: da criança abandonada ao pai emocionalmente ausente O impacto do trauma infantil na parentalidade Ausência física x ausência emocional: quais as diferenças? As expectativas e o sofrimento de Boruto Apego, vínculo e desenvolvimento emocional na relação entre pais e filhos Transmissão intergeracional do trauma O desafio de conciliar trabalho, identidade e função parental Comunicação, reparação e reconstrução dos vínculos familiares O que a clínica encontra em famílias marcadas pela ausência afetiva É possível romper ciclos e construir uma parentalidade diferente?

Apresentação

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