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Status do Desenvolvimento da Palestra:
Pos-evento
Título da Palestra
OS DORAMAS E A CRISE ESTÉTICA: O corpo, o desejo e a fabricação do sujeito - de Nietzsche a Gramsci
22 de setembro de 2026
5:00 PM
Apresentação do Evento
Os doramas não apenas contam histórias de amor, beleza e ascensão social. Eles também apresentam corpos desejáveis, formas de feminilidade e masculinidade, padrões de comportamento e modelos de sucesso que participam da construção do imaginário contemporâneo.
Entre protagonistas impecáveis, transformações estéticas, romances idealizados e personagens que precisam provar seu valor, a estética deixa de ser apenas aparência e passa a funcionar como linguagem social: quem é desejado, quem é admirado, quem pertence e quem precisa mudar para ser reconhecido.
A partir dos doramas e do diálogo entre Nietzsche e Gramsci, a palestra propõe discutir como desejo, cultura, poder e padrões estéticos participam da fabricação do sujeito contemporâneo — e perguntar até que ponto aquilo que acreditamos desejar realmente nasceu de nós.
OBJETIVO
Analisar como os padrões estéticos e culturais presentes nos doramas participam da construção do corpo, do desejo, da identidade e da subjetividade contemporânea, discutindo os processos sociais pelos quais determinados corpos, comportamentos e formas de existir passam a ser valorizados, desejados e reproduzidos.
TÓPICOS DO EVENTO
1. QUANDO O CORPO VIRA PROJETO
Beleza, disciplina e a necessidade de transformar o próprio corpo
2. “EU PRECISO SER BONITA PARA SER DESEJADA.”
Aparência, reconhecimento e a construção social do desejo
3. QUEM ENSINOU VOCÊ A DESEJAR ESSE CORPO?
Padrões estéticos, cultura e fabricação do desejo
4. O OLHAR DO OUTRO TAMBÉM CONSTRÓI QUEM SOMOS
Validação, comparação e formação da identidade
5. QUANDO A BELEZA VIRA CAPITAL
Aparência, status, oportunidades e pertencimento social
6. O CORPO COMO LUGAR DE DISCIPLINA
Controle, autocontrole e a exigência de performar uma determinada aparência
7. “EU QUERO SER COMO ELA.”
Identificação, comparação e fabricação de modelos de feminilidade e masculinidade
8. QUANDO O DESEJO JÁ VEM PRONTO
Mídia, mercado e produção social daquilo que aprendemos a querer
9. DESEJAR OU SER ENSINADO A DESEJAR?
Cultura, poder e fabricação da subjetividade
10. QUEM VOCÊ SERIA SE NÃO PRECISASSE SER DESEJÁVEL?
Para além da aparência: autonomia, desejo e possibilidade de existir fora do padrão
Apresentação
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