top of page
.png)
Nossa missão é exagerada... queremos mudar o mundo!
E nosso método, Radical! Transformando pensamentos!
Status do Desenvolvimento da Palestra:
Em Divulgacao
Título da Palestra
QUANDO A DROGA VIRA PARTE DA ROTINA FAMILIAR: Infância, negligência e os efeitos psicológicos da dependência química no ambiente doméstico
7 de outubro de 2026
4:00 PM
Apresentação do Evento
Quando a droga entra em uma casa, ela não atravessa apenas a vida de quem faz uso.
Ela pode alterar horários, relações, responsabilidades, regras, segurança, comunicação e a própria organização da família. Para uma criança, isso pode significar crescer aprendendo a observar o humor dos adultos, esconder problemas, assumir responsabilidades que não correspondem à sua idade ou viver em constante expectativa sobre o que acontecerá quando aquela pessoa usar.
Nem toda família que convive com a dependência vivencia negligência. Mas, quando o uso da substância passa a ocupar o centro da dinâmica doméstica e compromete o cuidado, a criança pode ser diretamente afetada.
A palestra propõe discutir os efeitos psicológicos da dependência química no ambiente familiar, com atenção especial à infância, à negligência, à inversão de papéis, à imprevisibilidade dos vínculos e às marcas que podem permanecer mesmo depois que a criança deixa aquela casa.
OBJETIVO
Compreender os impactos psicológicos que a dependência química pode produzir na dinâmica familiar, especialmente quando compromete o cuidado, a proteção e as relações com crianças e adolescentes. Discutir negligência, instabilidade, parentificação, medo, lealdades familiares, sofrimento emocional e os desafios da atuação psicológica diante dessas situações.
TÓPICOS DO EVENTO
1. QUANDO A DROGA ENTRA NA CASA, A ROTINA MUDA
Como a dependência pode reorganizar horários, responsabilidades, relações e funcionamento familiar.
2. “HOJE ELE ESTÁ BEM. MAS E AMANHÃ?”
A imprevisibilidade e o impacto de viver em constante estado de alerta.
3. QUANDO A CRIANÇA APRENDE A CUIDAR DO ADULTO
Parentificação e a inversão de responsabilidades dentro da família.
4. “NÃO CONTA PARA NINGUÉM.”
Segredo, vergonha e silêncio diante da dependência familiar.
5. QUANDO A NEGLIGÊNCIA VIRA PARTE DA ROTINA
A ausência ou insuficiência de cuidados e seus efeitos sobre o desenvolvimento infantil.
6. A CRIANÇA QUE APRENDE A LER O HUMOR DOS ADULTOS
Hipervigilância, medo e adaptação a um ambiente emocionalmente imprevisível.
7. “EU PRECISO SER O FILHO PERFEITO.”
Culpa, tentativa de controle e responsabilização da criança pelo funcionamento familiar.
8. QUANDO O USO DA SUBSTÂNCIA TAMBÉM ATRAVESSA OS VÍNCULOS
Afeto, confiança, abandono, ambivalência e conflitos na relação entre pais e filhos.
9. A DROGA SAIU DE CASA. A MARCA TAMBÉM SAI?
Possíveis efeitos posteriores e a importância de não reduzir a experiência infantil ao momento da exposição.
10. A CRIANÇA NÃO PRECISA SER TRATADA COMO TESTEMUNHA DA DEPENDÊNCIA
O papel da Psicologia na proteção, escuta e reconstrução de possibilidades de desenvolvimento.
Apresentação
Feedback dos Participantes:
bottom of page

