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Título da Palestra
Quando A Fé Fere: Vivências De Pessoas LGBTQIA+ Em Contexto Religioso
20 de outubro de 2026
5:00 PM
Apresentação do Evento
Para muitas pessoas, a religião representa pertencimento, comunidade, sentido, tradição e uma forma de compreender a própria existência. Para pessoas LGBTQIA+, porém, a experiência religiosa pode também ser atravessada por conflitos quando sua identidade, orientação sexual ou expressão de gênero passa a ser questionada, condenada ou utilizada como motivo de exclusão.
Entre a fé e a identidade, algumas pessoas encontram acolhimento; outras vivenciam culpa, medo, silenciamento, rejeição familiar, afastamento da comunidade ou conflitos profundos sobre quem são e sobre o direito de continuar pertencendo. A experiência não é única e não pode ser reduzida a uma oposição simples entre “religião” e “sexualidade”.
A proposta é discutir essas vivências a partir da Psicologia, compreendendo os efeitos do estigma religioso, da rejeição e da necessidade de pertencimento sobre identidade, autoestima, vínculos e saúde mental, além das possibilidades de reconstrução de sentidos e de uma relação mais autônoma com a própria experiência de fé.
OBJETIVO
Compreender as vivências psicológicas de pessoas LGBTQIA+ em contextos religiosos, discutindo pertencimento, identidade, estigma, culpa, rejeição, conflitos familiares e comunitários, espiritualidade e saúde mental, considerando a diversidade das experiências religiosas e individuais.
TÓPICOS DO EVENTO
1. “DEUS ME AMA, MAS ELES DIZEM QUE EU ESTOU ERRADO.”
O conflito entre fé, identidade e discursos religiosos sobre sexualidade e gênero.
2. QUANDO PERTENCER COMEÇA A DOER
A necessidade de comunidade e os impactos psicológicos da exclusão religiosa.
3. “EU REZEI PARA DEIXAR DE SER ASSIM.”
Culpa, vergonha e tentativas de modificar aquilo que a pessoa é.
4. QUANDO A FAMÍLIA USA A FÉ PARA VIGIAR
Religião, relações familiares, controle e medo da rejeição.
5. O ARMÁRIO TAMBÉM PODE EXISTIR DENTRO DA IGREJA
Silenciamento, ocultação da identidade e estratégias para permanecer pertencendo.
6. “EU NÃO QUERO PERDER A MINHA FÉ.”
O conflito entre afastar-se de uma instituição e preservar uma experiência espiritual significativa.
7. QUANDO O DISCURSO RELIGIOSO VIRA VOZ INTERNA
Internalização do estigma, autocensura e construção da própria imagem.
8. REJEIÇÃO RELIGIOSA TAMBÉM É REJEIÇÃO SOCIAL
Pertencimento, vínculos, isolamento e repercussões na saúde mental.
9. E QUANDO A PESSOA RECONSTRÓI SUA RELAÇÃO COM A FÉ?
Ressignificação, autonomia e novas formas de viver espiritualidade e identidade.
10. ENTRE A FÉ E A EXISTÊNCIA: QUEM EU POSSO SER?
Identidade, pertencimento e possibilidade de construir uma existência que não precise negar quem se é.
Apresentação
Feedback dos Participantes:
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