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Status do Desenvolvimento da Palestra:
Em Divulgacao
Título da Palestra
QUANDO A URGÊNCIA ACABA, O CUIDADO COMEÇA: O que não pode ser esquecido depois de uma crise
21 de setembro de 2026
5:00 PM
Apresentação do Evento
A emergência terminou. O paciente está fora de perigo imediato. A família respira aliviada. A crise parece ter passado.
Mas o que acontece depois?
Uma crise suicida não começa e termina no momento de maior intensidade. Quando a urgência diminui, permanecem a história, os conflitos, as perdas, os vínculos, a desesperança e as condições que contribuíram para aquele sofrimento.
É justamente nesse intervalo que existe o risco de confundir redução da urgência com resolução do problema.
A palestra propõe discutir o cuidado psicológico no período pós-crise, refletindo sobre continuidade do acompanhamento, reavaliação do risco, vínculo terapêutico, rede de proteção e construção de possibilidades para que o paciente não seja cuidado apenas enquanto está em emergência.
OBJETIVO
Compreender os desafios clínicos do cuidado após uma crise suicida ou episódio de intenso sofrimento psíquico, identificando aspectos que precisam permanecer no acompanhamento mesmo após a redução do risco imediato. Discutir continuidade do cuidado, reavaliação, vínculo, fatores de proteção, rede de apoio e estratégias clínicas para evitar que o encerramento da urgência seja confundido com o encerramento do cuidado.
TÓPICOS DO EVENTO
1. “A CRISE PASSOU.” — MAS O QUE REALMENTE PASSOU?
Diferenciando o fim da urgência da resolução do sofrimento.
2. O PACIENTE SAI DA EMERGÊNCIA, MAS NÃO SAI DA HISTÓRIA QUE O LEVOU ATÉ LÁ
O contexto por trás da crise precisa continuar sendo investigado.
3. “AGORA ELE ESTÁ BEM.”
O perigo de interpretar uma melhora momentânea como resolução.
4. O RISCO NÃO DESAPARECE PORQUE A CRISE DIMINUIU
A importância da reavaliação e do acompanhamento longitudinal.
5. E DEPOIS DA TENTATIVA?
Vergonha, culpa, ambivalência, medo e outras experiências que podem aparecer no período posterior.
6. QUEM ESTÁ CUIDANDO QUANDO TODO MUNDO VOLTA PARA CASA?
Continuidade do cuidado e responsabilidade compartilhada pela rede.
7. A FAMÍLIA TAMBÉM SAI DA CRISE
Medo, culpa, vigilância e dificuldades familiares após um episódio de risco.
8. O QUE PRECISA MUDAR PARA QUE A PRÓXIMA CRISE NÃO ENCONTRE A MESMA PESSOA?
Identificação de vulnerabilidades, recursos e possibilidades de enfrentamento.
9. NÃO BASTA EVITAR A MORTE. É PRECISO CUIDAR DA VIDA QUE CONTINUA
O acompanhamento para além da contenção do risco.
10. QUANDO A URGÊNCIA ACABA, O VÍNCULO CLÍNICO NÃO PODE ACABAR JUNTO
Continuidade, acompanhamento e construção de novas possibilidades.
Apresentação
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