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Status do Desenvolvimento da Palestra:

Pos-evento

Título da Palestra

QUANDO A VIOLÊNCIA VIRA A LINGUAGEM DA CASA: O que crianças aprendem quando crescem entre agressões, ameaças e conflitos familiares

5 de outubro de 2026

3:00 PM

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Apresentação do Evento

Uma criança não precisa ser o alvo direto de uma agressão para ser atravessada pela violência. Ela pode ouvir gritos atrás da porta, presenciar ameaças, perceber o medo de um dos pais, aprender a ficar em silêncio quando alguém está irritado ou descobrir muito cedo que determinados assuntos não podem ser mencionados dentro de casa. Quando agressões e ameaças se tornam parte recorrente da dinâmica familiar, a criança não está apenas testemunhando conflitos. Ela está construindo compreensões sobre amor, autoridade, segurança, comunicação, limites e formas de resolver problemas. A palestra propõe discutir os efeitos psicológicos da exposição infantil à violência familiar, investigando como um ambiente marcado por agressões, ameaças e conflitos pode atravessar o desenvolvimento emocional, os vínculos, o comportamento e a maneira como a criança compreende as relações.

OBJETIVO

Compreender os impactos psicológicos da exposição de crianças e adolescentes à violência e aos conflitos familiares, analisando como experiências recorrentes de agressão, ameaça, medo e instabilidade podem afetar desenvolvimento emocional, vínculos, comportamento, percepção de segurança e aprendizagem de modelos relacionais.

TÓPICOS DO EVENTO

1. “AQUI EM CASA É ASSIM.” Quando a violência deixa de ser percebida como um acontecimento excepcional e passa a fazer parte da rotina. 2. A CRIANÇA ESCUTA MESMO QUANDO NINGUÉM EXPLICA Gritos, ameaças, silêncios e mudanças no ambiente também comunicam. 3. QUANDO A CASA DEIXA DE SER UM LUGAR SEGURO O impacto da imprevisibilidade e do medo sobre a experiência infantil. 4. “NÃO FAZ ISSO. ELE VAI FICAR BRAVO.” Quando a criança começa a organizar seu comportamento para evitar novas explosões. 5. O QUE A CRIANÇA APRENDE SOBRE AMOR QUANDO AMOR E VIOLÊNCIA MORAM NA MESMA CASA? Confusão entre afeto, medo, controle, pedido de desculpas e reconciliação. 6. QUANDO O SILÊNCIO VIRA ESTRATÉGIA DE SOBREVIVÊNCIA Medo de falar, esconder sentimentos e tentar não provocar novos conflitos. 7. A VIOLÊNCIA TAMBÉM PODE APARECER NO COMPORTAMENTO DA CRIANÇA Agressividade, irritabilidade, isolamento, dificuldades escolares e outras formas de expressão do sofrimento. 8. “ELE NÃO BATEU NELA. ENTÃO O QUE A CRIANÇA ESTÁ SOFRENDO?” A exposição à violência como experiência que também pode produzir sofrimento, mesmo quando a criança não é a vítima direta da agressão. 9. QUANDO O QUE FOI APRENDIDO EM CASA APARECE NOS OUTROS VÍNCULOS Conflitos, limites, autoridade, comunicação e modelos de relacionamento construídos ao longo do desenvolvimento. 10. QUEBRAR A LINGUAGEM DA VIOLÊNCIA O papel da Psicologia na proteção, escuta, elaboração da experiência e construção de outras formas de se relacionar.

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Apresentação

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