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QUANDO O ADULTO APRENDE A BRINCAR: O brincar compartilhado como possibilidade de vínculo, comunicação e desenvolvimento infantil
16 de outubro de 2026
6:30 AM
Apresentação do Evento
Brincar com uma criança parece simples. Mas, para muitos adultos, estar verdadeiramente disponível para brincar significa abrir mão do controle, abandonar a pressa, aceitar a repetição, entrar em um universo que não funciona pelas mesmas regras do mundo adulto e permitir que a criança também conduza a experiência.
O brincar compartilhado não é apenas uma atividade realizada “com a criança”. É uma experiência relacional na qual olhares, gestos, narrativas, escolhas, risadas, conflitos e silêncios podem construir formas de comunicação que nem sempre passam pela linguagem verbal. É nesse encontro que o adulto pode conhecer melhor a criança e também oferecer segurança para que ela explore, crie e se desenvolva.
A proposta é discutir o brincar como experiência de vínculo e comunicação, refletindo sobre a presença do adulto, a disponibilidade afetiva, o respeito à iniciativa infantil e a importância de entrar no mundo simbólico da criança sem transformar toda brincadeira em uma atividade dirigida.
OBJETIVO
Compreender o brincar compartilhado como uma experiência fundamental para a construção de vínculos, comunicação e desenvolvimento infantil, discutindo o papel do adulto na criação de espaços de presença, interação, exploração e expressão através da brincadeira.
TÓPICOS DO EVENTO
1. “VEM BRINCAR COMIGO!”
Quando a criança não está pedindo apenas uma brincadeira.
O convite para brincar como possibilidade de aproximação, atenção compartilhada e construção de vínculo.
2. PRESENÇA FÍSICA NÃO É PRESENÇA AFETIVA
Estar perto da criança não significa necessariamente estar com ela.
A diferença entre dividir o mesmo espaço e realmente participar da experiência infantil.
3. QUANDO O ADULTO PRECISA PARAR DE DAR ORDENS
O que acontece quando a criança também pode conduzir a brincadeira.
Seguir a iniciativa infantil, negociar e permitir que a criança tenha autoria dentro do brincar.
4. “MAS É SÓ UMA BRINCADEIRA!”
Por que o brincar pode comunicar aquilo que a criança ainda não consegue dizer.
Gestos, personagens, narrativas, repetições e escolhas como formas de expressão dentro da relação.
5. ENTRAR NO MUNDO DA CRIANÇA
O adulto que aceita brincar pelas regras daquele universo.
O valor de abandonar temporariamente a lógica adulta e compreender a realidade simbólica construída pela criança.
6. QUANDO O ADULTO QUER ENSINAR ATÉ NA HORA DE BRINCAR
Brincadeira dirigida, estímulo e excesso de intervenção.
A diferença entre favorecer o desenvolvimento e transformar todo momento lúdico em uma tarefa pedagógica.
7. “DE NOVO!”
A repetição que o adulto não entende, mas a criança precisa.
Apresentação
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