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Status do Desenvolvimento da Palestra:

Criando Logos

Título da Palestra

QUANDO O ADULTO APRENDE A BRINCAR: O brincar compartilhado como possibilidade de vínculo, comunicação e desenvolvimento infantil

29 de outubro de 2026

6:30 AM

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Apresentação do Evento

Brincar com uma criança parece simples. Mas, para muitos adultos, estar verdadeiramente disponível para brincar significa abrir mão do controle, abandonar a pressa, aceitar a repetição, entrar em um universo que não funciona pelas mesmas regras do mundo adulto e permitir que a criança também conduza a experiência. O brincar compartilhado não é apenas uma atividade realizada “com a criança”. É uma experiência relacional na qual olhares, gestos, narrativas, escolhas, risadas, conflitos e silêncios podem construir formas de comunicação que nem sempre passam pela linguagem verbal. É nesse encontro que o adulto pode conhecer melhor a criança e também oferecer segurança para que ela explore, crie e se desenvolva. A proposta é discutir o brincar como experiência de vínculo e comunicação, refletindo sobre a presença do adulto, a disponibilidade afetiva, o respeito à iniciativa infantil e a importância de entrar no mundo simbólico da criança sem transformar toda brincadeira em uma atividade dirigida.

OBJETIVO

Compreender o brincar compartilhado como uma experiência fundamental para a construção de vínculos, comunicação e desenvolvimento infantil, discutindo o papel do adulto na criação de espaços de presença, interação, exploração e expressão através da brincadeira.

TÓPICOS DO EVENTO

1. “VEM BRINCAR COMIGO!” Quando a criança não está pedindo apenas uma brincadeira. O convite para brincar como possibilidade de aproximação, atenção compartilhada e construção de vínculo. 2. PRESENÇA FÍSICA NÃO É PRESENÇA AFETIVA Estar perto da criança não significa necessariamente estar com ela. A diferença entre dividir o mesmo espaço e realmente participar da experiência infantil. 3. QUANDO O ADULTO PRECISA PARAR DE DAR ORDENS O que acontece quando a criança também pode conduzir a brincadeira. Seguir a iniciativa infantil, negociar e permitir que a criança tenha autoria dentro do brincar. 4. “MAS É SÓ UMA BRINCADEIRA!” Por que o brincar pode comunicar aquilo que a criança ainda não consegue dizer. Gestos, personagens, narrativas, repetições e escolhas como formas de expressão dentro da relação. 5. ENTRAR NO MUNDO DA CRIANÇA O adulto que aceita brincar pelas regras daquele universo. O valor de abandonar temporariamente a lógica adulta e compreender a realidade simbólica construída pela criança. 6. QUANDO O ADULTO QUER ENSINAR ATÉ NA HORA DE BRINCAR Brincadeira dirigida, estímulo e excesso de intervenção. A diferença entre favorecer o desenvolvimento e transformar todo momento lúdico em uma tarefa pedagógica. 7. “DE NOVO!” A repetição que o adulto não entende, mas a criança precisa.

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Apresentação

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