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Status do Desenvolvimento da Palestra:

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Título da Palestra

Quando o Autocuidado Adoece: Wellness, Cobrança e Positividade Tóxica

13 de agosto de 2026

3:30 PM

Apresentação do Evento

Cuidar de si deveria ser uma forma de acolhimento — mas e quando o autocuidado se transforma em mais uma obrigação? Em uma sociedade que transforma bem-estar em produto, rotina em performance e felicidade em meta, o discurso do wellness pode ultrapassar os limites do cuidado e se tornar uma nova fonte de cobrança, culpa e sofrimento psicológico. “Quando o Autocuidado Adoece” propõe uma reflexão sobre a cultura do bem-estar, a positividade tóxica e a crescente responsabilização individual pela própria felicidade. Afinal, quando descansar precisa ser produtivo, quando até a saúde mental precisa ser performada e quando estar bem se torna uma exigência, ainda estamos falando de autocuidado? O evento discute os limites entre cuidado genuíno e autocobrança, analisando como discursos contemporâneos sobre saúde, sucesso, equilíbrio e felicidade podem produzir efeitos paradoxais sobre a subjetividade. Uma discussão sobre wellness, redes sociais, produtividade, comparação, culpa e saúde mental — para compreender quando o discurso de “se cuidar” deixa de acolher e começa a adoecer.

OBJETIVO

Analisar criticamente a cultura contemporânea do wellness e do autocuidado, compreendendo como discursos de positividade, produtividade e responsabilização individual podem contribuir para a autocobrança, a culpa, a comparação social e o sofrimento psicológico. O evento busca ampliar a compreensão sobre a diferença entre autocuidado e autoexigência, promovendo uma reflexão ética e psicológica sobre o que significa, de fato, cuidar de si em uma sociedade que exige performance até mesmo no processo de estar bem.

TÓPICOS DO EVENTO

1. A indústria do bem-estar A transformação do autocuidado em mercado Wellness como estilo de vida e identidade Quando cuidar de si vira consumo A promessa de uma vida permanentemente equilibrada 2. Autocuidado ou autocobrança? Quando o cuidado se transforma em obrigação A culpa por não conseguir “se cuidar” Rotinas perfeitas e expectativas irreais O paradoxo de precisar descansar para continuar produzindo 3. Positividade tóxica e sofrimento psicológico “Pense positivo” como silenciamento emocional A dificuldade de legitimar emoções desagradáveis Quando a felicidade se torna uma exigência O sofrimento transformado em fracasso pessoal 4. A cultura da performance emocional Precisamos parecer bem o tempo todo? A obrigação de demonstrar equilíbrio Saúde mental como performance nas redes sociais A estetização do sofrimento e do autocuidado

Apresentação

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