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Título da Palestra

Se Eu Parar, Eu Não Sou Ninguém”- Identidade baseada em desempenho, medo de abandono e o erro clínico de reforçar padrões machistas nos atendimentos com mulheres.

17 de março de 2026

8:00 PM

Oficial BRAPSI

Apresentação do Evento

Este encontro propõe uma reflexão sobre a construção de identidades baseadas no desempenho, sintetizada na ideia “Se eu parar, eu não sou ninguém”. A partir dessa provocação, serão discutidos o medo de abandono, a busca constante por produtividade e reconhecimento, e como essas dinâmicas podem se consolidar na trajetória de muitas mulheres.

A palestra também aborda o risco clínico de, nos atendimentos psicológicos, reforçar involuntariamente padrões machistas que sustentam a lógica de valor condicionado ao fazer, à performance e ao cuidado com o outro. A proposta é promover uma reflexão crítica sobre a prática clínica e sobre formas de escuta que não perpetuem essas estruturas.

OBJETIVO

Esta palestra propõe refletir sobre a construção de uma identidade baseada no desempenho, sintetizada na ideia “Se eu parar, eu não sou ninguém”. A partir dessa perspectiva, serão discutidos o medo de abandono, a necessidade constante de produtividade e reconhecimento, e como esses padrões podem se consolidar na história de muitas mulheres.

Também será abordado o risco clínico de, nos atendimentos psicológicos, reforçar involuntariamente padrões machistas que sustentam essa lógica de valor condicionado ao fazer, à performance e ao cuidado com o outro. O objetivo é promover uma reflexão crítica sobre a prática clínica e sobre formas de escuta que não perpetuem essas estruturas.

TÓPICOS DO EVENTO

 

  1. A ideia “se eu parar, eu não sou ninguém”
    A identidade construída a partir do desempenho e da produtividade

  2. Desempenho como medida de valor pessoal
    Quando fazer, produzir e cuidar se tornam critérios de existência

  3. Medo de abandono e necessidade de reconhecimento
    A busca constante por validação e pertencimento

  4. A socialização feminina e a lógica do cuidado
    Expectativas culturais sobre mulheres, responsabilidade e disponibilidade

  5. A sobrecarga invisível
    Quando o valor pessoal passa a depender de dar conta de tudo

  6. A dificuldade de parar
    Culpa, vazio e sensação de perda de identidade

  7. A consolidação desses padrões ao longo da história de vida
    Experiências relacionais que reforçam a identidade baseada em desempenho

  8. O risco clínico nos atendimentos com mulheres
    Quando o discurso terapêutico pode reforçar exigências sociais

  9. O erro clínico de reforçar padrões machistas
    Naturalização da sobrecarga, da performance e da responsabilidade emocional

  10. Possibilidades de escuta clínica
    Práticas que ajudam a questionar esses padrões e ampliar as formas de existir sem que o valor pessoal dependa apenas do desempenho.

Flávia Beatrice Heusy

Flávia Beatrice Heusy

Psicóloga

08/42877

41 8794-2794

Apresentação

Flávia Beatrice Heusy é psicóloga (CRP 08/42877) com atuação voltada ao atendimento de mulheres em diferentes fases da vida — mulheres adultas, mães e meninas. Seu trabalho clínico é fundamentado na Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT), abordagem que busca ajudar pacientes a desenvolver maior clareza sobre seus valores, ampliar a autonomia e construir ações alinhadas com aquilo que consideram importante para suas vidas.
Atende em Curitiba e também na modalidade online, oferecendo acompanhamento psicológico para mulheres que desejam compreender melhor suas experiências emocionais, fortalecer sua autonomia e promover mudanças significativas em sua forma de viver e se relacionar consigo mesmas e com o mundo.

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Flávia Beatrice Heusy

Flávia Beatrice Heusy

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