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Status do Desenvolvimento da Palestra:

Pos-evento

Título da Palestra

Seu Paciente Vai Te Odiar.... E Isso Também Pode Ser Vínculo: Frustração, transferência e confronto na relação terapêutica.

1 de setembro de 2026

11:00 AM

Apresentação do Evento

Existe uma expectativa de que uma boa relação terapêutica seja marcada por acolhimento, empatia e concordância. Mas e quando o paciente se irrita com o terapeuta? Quando se sente contrariado, frustrado, questionado ou até mesmo decepcionado com aquilo que encontra na clínica? O vínculo terapêutico não é construído apenas nos momentos em que paciente e psicólogo se sentem confortáveis. A frustração, o conflito, a resistência e os afetos difíceis também podem aparecer na relação e, quando compreendidos clinicamente, tornar-se elementos importantes para o processo terapêutico. Esta palestra propõe uma reflexão sobre os momentos em que o paciente não gosta do que escuta — ou do próprio terapeuta — discutindo transferência, limites, frustração e confronto como fenômenos que podem atravessar a relação terapêutica. A proposta é pensar sobre quando acolher não significa concordar e quando confrontar pode ser uma forma de sustentar o vínculo.

OBJETIVO

Discutir a importância dos conflitos, da frustração, da transferência e do confronto na construção e no manejo da relação terapêutica, compreendendo como afetos difíceis direcionados ao psicólogo podem ser elementos clinicamente significativos. Busca-se refletir sobre os limites entre acolhimento e conivência, confrontação e violência, estabelecendo uma postura clínica capaz de sustentar o vínculo mesmo diante do desconforto.

TÓPICOS DO EVENTO

Quando o paciente não gosta do que escuta O terapeuta não precisa ser amado o tempo todo Transferência: quando a relação terapêutica ganha outros significados Frustração também faz parte do vínculo Confrontar não é atacar: os limites da confrontação clínica Acolher sem concordar: quando validar não significa confirmar Resistência, raiva e afetos difíceis dentro da sessão Quando o terapeuta se sente incomodado: o impacto da relação no próprio profissional Rupturas no vínculo terapêutico e possibilidades de reparação Sustentar o vínculo quando o paciente não quer ouvir

Apresentação

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