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Status do Desenvolvimento da Palestra:

Pos-evento

Título da Palestra

SEXO, TESÃO E NEURODIVERGÊNCIA: O que muda no desejo, na intimidade e no manejo clínico.

23 de setembro de 2026

4:00 PM

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Apresentação do Evento

Falar de sexualidade já exige romper com muitos tabus. Falar de sexualidade e neurodivergência exige ainda mais: porque, durante muito tempo, pessoas neurodivergentes foram infantilizadas, dessexualizadas ou tratadas como se sua forma de desejar, se relacionar e viver a intimidade precisasse caber em um único padrão. Mas o desejo não desaparece porque uma pessoa é neurodivergente. O que pode mudar são as formas de perceber estímulos, comunicar vontades, estabelecer limites, experimentar intimidade e construir relações. A palestra propõe discutir sexualidade e neurodivergência sem transformar diferenças em patologias e sem criar uma “sexualidade neurodivergente” única. O foco está nos encontros entre desejo, corpo, sensorialidade, comunicação, consentimento, intimidade e sofrimento, trazendo essas questões para o raciocínio clínico.

OBJETIVO

Compreender as particularidades que podem atravessar a vivência da sexualidade em pessoas neurodivergentes, considerando desejo, excitação, sensorialidade, comunicação, consentimento, intimidade, relacionamentos e possíveis dificuldades sexuais. A proposta é ampliar o manejo clínico para que o psicólogo consiga abordar sexualidade sem infantilização, preconceito ou patologização das diferenças.

TÓPICOS DO EVENTO

1. “NEURODIVERGENTE TAMBÉM TEM TESÃO.” Sexualidade, desejo e a dessexualização histórica de pessoas neurodivergentes. 2. O DESEJO NÃO FUNCIONA IGUAL PARA TODO MUNDO Diferenças individuais na experiência de desejo, excitação e interesse sexual. 3. QUANDO O TOQUE É PRAZER — E QUANDO ELE INCOMODA Sensorialidade, hipersensibilidade, hipossensibilidade e intimidade corporal. 4. “EU QUERO, MAS NÃO SEI COMO DIZER.” Comunicação sexual, leitura de sinais, expressão de desejo e consentimento. 5. SEXO TAMBÉM TEM SOM, CHEIRO, TEXTURA E TEMPO Como aspectos sensoriais e ambientais podem atravessar a experiência sexual. 6. QUANDO A ROTINA ENTRA NA CAMA Previsibilidade, mudanças, espontaneidade e diferentes formas de construir intimidade. 7. “É FALTA DE DESEJO OU É SOBRECARGA?” Diferenciando dificuldades sexuais, fatores relacionais, emocionais e questões sensoriais. 8. MÁSCARA, VERGONHA E VIDA SEXUAL O esforço para parecer “normal” e seus possíveis efeitos sobre intimidade e autenticidade. 9. QUANDO O SEXO VIRA UM PROBLEMA CLÍNICO O que realmente merece investigação psicológica — e o que é apenas uma diferença na forma de viver a sexualidade. 10. E O PSICÓLOGO, PERGUNTA SOBRE SEXO OU FINGE QUE NÃO EXISTE? Como incluir sexualidade na avaliação e no manejo clínico com ética, respeito e linguagem adequada.

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Apresentação

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