top of page
Cabeçalho (6).png

Nossa missão é exagerada... queremos mudar o mundo!

E nosso método, Radical! Transformando pensamentos!

Status do Desenvolvimento da Palestra:

Cancelado

Título da Palestra

Tonho da Lua incomodava demais: diferença, preconceito e inclusão para além dos diagnósticos

24 de outubro de 2026

11:00 AM

​

Apresentação do Evento

Tonho da Lua marcou a teledramaturgia brasileira justamente por ser um personagem que escapava do que as pessoas ao seu redor consideravam “normal”. Seu jeito de falar, de se relacionar, de compreender o mundo e de expressar afeto frequentemente despertava estranhamento, impaciência, proteção excessiva e preconceito. Nesta palestra, Tonho da Lua será utilizado como ponto de partida para refletirmos sobre a maneira como a sociedade reage às pessoas que funcionam, se comunicam ou se comportam de formas diferentes das expectativas sociais. Mais do que tentar enquadrar o personagem em um diagnóstico, a proposta é discutir o que acontece quando a diferença passa a ser tratada como inadequação, incapacidade ou problema. A partir desse olhar, serão abordados temas como capacitismo, estigma, construção social da normalidade, infantilização, autonomia, inclusão e a tendência contemporânea de procurar explicações diagnósticas para toda forma de comportamento considerado incomum.

OBJETIVO

Promover uma reflexão crítica sobre preconceito, exclusão e construção social da diferença, utilizando o personagem Tonho da Lua como recurso para discutir como determinadas características comportamentais, cognitivas, emocionais e comunicacionais podem ser interpretadas socialmente como inadequação. A palestra busca ampliar a compreensão sobre inclusão para além da existência de um diagnóstico, destacando que respeito, acessibilidade, autonomia e pertencimento não deveriam depender de um rótulo clínico para serem garantidos.

TÓPICOS DO EVENTO

Quem era Tonho da Lua e por que seu comportamento causava tanto estranhamento Quem define o que é considerado “normal” Diferença, deficiência, transtorno e diversidade: conceitos que não são sinônimos O perigo de tentar diagnosticar personagens e pessoas apenas pela observação de comportamentos isolados Quando o comportamento diferente passa a ser interpretado como incapacidade Estigma e preconceito diante de pessoas que não correspondem às expectativas sociais Capacitismo e a ideia de que algumas formas de existir são inferiores a outras Infantilização de pessoas consideradas vulneráveis ou diferentes Proteção excessiva versus promoção de autonomia Inclusão para além do diagnóstico O papel do ambiente na produção de sofrimento e exclusão A diferença entre adaptar a pessoa ao mundo e tornar o mundo mais acessível às diferenças Representações da diferença na televisão e seus impactos na forma como entendemos determinados grupos Do “o que essa pessoa tem?” para “do que essa pessoa precisa?” Pertencimento, dignidade e respeito como direitos que não precisam de justificativa diagnóstica

​

​

​

​

​

​

Apresentação

​

Cópia de Congresso CC- BRAPSI -  3110.png
Upload
Cópia de Congresso CC- BRAPSI -  3110.png

​

​

​

​

​

​

Feedback dos Participantes:

bottom of page