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Título da Palestra
Congresso Nacional BRAPSI Dar conta de tudo está te matando: fracasso, vergonha e o sofrimento silencioso dos pacientes que nunca “quebram”, só adoecem funcionando
5 de abril de 2026
09:00
O Evento Não Está Associado a um Núcleo
Apresentação do Evento
O Congresso Nacional BRAPSI “Dar conta de tudo está te matando” propõe um olhar clínico aprofundado sobre um dos fenômenos mais silenciosos da prática contemporânea: o sofrimento de pacientes que seguem funcionando enquanto adoecem. Ao longo de um dia completo de palestras, o evento reúne diferentes perspectivas para discutir como produtividade, autocobrança e alto desempenho podem mascarar quadros de exaustão emocional, culpa crônica e fragilidade subjetiva, convidando o profissional a ir além do que é visível e repensar o que, de fato, caracteriza saúde na clínica.
OBJETIVO
O objetivo deste congresso é falar sobre o sofrimento silencioso de pacientes que continuam funcionando, produzindo e “dando conta”, mas às custas de um desgaste emocional intenso e crônico, muitas vezes invisível na prática clínica. A proposta é deslocar o olhar do desempenho para o custo subjetivo desse funcionamento, discutindo como autocobrança, perfeccionismo, culpa e hiperresponsabilidade podem deixar de ser sinais de adaptação e se tornar mecanismos de manutenção do adoecimento, além de refletir sobre os riscos de subestimar esses quadros e reforçar, sem perceber, padrões que sustentam o sofrimento.
TÓPICOS DO EVENTO
• Funcionamento alto e sofrimento invisível na prática clínica;
• O paciente que “dá conta de tudo” e o risco de subestimação do sofrimento;
• Autocobrança crônica, perfeccionismo e rigidez cognitiva;
• Produtividade como estratégia de regulação emocional;
• Culpa persistente, vergonha e sensação constante de insuficiência;
• Identidade baseada em desempenho e medo de falhar;
• Relação com descanso: incapacidade de pausar sem culpa;
• Exaustão emocional sem ruptura aparente;
• Funcionamento alto em transtornos do humor, incluindo TAB;
• Vínculos frágeis em pacientes autossuficientes;
• Dificuldade de pedir ajuda e manutenção da autossuficiência
• Comparação social e sensação de atraso;
• Somatização e o corpo como limite do funcionamento;
• Invisibilidade clínica e riscos no manejo terapêutico;
• Estratégias hiperadaptativas como mantenedoras de sofrimento.



