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Título da Palestra

I Congresso Documentário Online- Corpos à Venda — Um Congresso Documentário Sobre Tráfico Sexual, Exploração de Mulheres e Violência Invisível no Brasil

15 de fevereiro de 2026

08:00

O Evento Não Está Associado a um Núcleo

Apresentação do Evento

CORPOS À VENDA

Congresso Documentário BRAPSI


Tráfico Sexual, Exploração de Mulheres e a Violência que Insiste em Não Ser Vista

 

Não é um congresso tradicional.
Não é uma sequência de palestras.
Não é um espaço para conforto teórico.

 

Este é um congresso documentário.

Aqui, o crime vem antes do trauma.
A estrutura vem antes do diagnóstico.
E a responsabilidade vem antes da técnica.

 

Durante anos, o tráfico sexual foi tratado como exceção, como evento extremo, como algo distante da vida cotidiana. Um crime que só existe quando há sequestro, cárcere, grades visíveis. Tudo o que não cabe nessa imagem foi empurrado para o campo da escolha individual, da moralidade, do “ela aceitou”.

 

Este congresso começa exatamente onde essa narrativa falha.

Falamos de aliciamento que não parece violência.
De consentimentos produzidos pela fome, pela promessa, pelo medo.
De vínculos que não são amor, mas captura.
De mulheres que não desaparecem — são exploradas à vista de todos.

Aqui, o corpo feminino não aparece como metáfora.
Ele aparece como território de disputa jurídica, econômica e simbólica.
Como prova. Como mercadoria. Como alvo de controle.

 

O caso de Marajó não é tratado como exceção, mas como síntese.
Síntese da omissão do Estado.
Da repetição das denúncias.
Da espetacularização sem continuidade.
Da violência que se torna paisagem.

 

Este congresso não pergunta apenas “o que aconteceu com essas mulheres?”.
Ele pergunta:
quem falhou antes?
quem continua falhando depois?
quem se beneficia do silêncio?

 

Psicologia, Direito e Assistência Social entram aqui não como saberes neutros, mas como campos atravessados por escolhas éticas. A escuta pode proteger ou ferir. A lei pode responsabilizar ou abandonar. A clínica pode sustentar ou repetir a violência.

Por isso, este evento não oferece respostas fáceis.


Ele oferece incômodo.
Ele desmonta certezas.


Ele desloca a Psicologia do lugar confortável de quem “acolhe tudo” para o lugar responsável de quem não pode mais fingir que não sabe.

 

Ao final deste congresso, a pergunta não será “o que eu aprendi?”.
Será:


o que eu não posso mais fazer depois de ver tudo isso?

 

A BRAPSI inaugura aqui um NOVO FORMATO.
Um espaço onde a violência não é suavizada para caber em slide.
Onde o sofrimento não é romantizado.
E onde a clínica não é usada para esconder falhas estruturais.

Este congresso não existe para explicar a violência.
Existe para que ela não seja mais ignorada, psicologizada ou normalizada.

 

Bem-vindos ao Congresso Documentário BRAPSI.
Aqui, o que dói não é excesso — é verdade.

OBJETIVO

Expor como o tráfico sexual e a exploração de mulheres operam no Brasil para que psicólogas(os) e profissionais da rede parem de psicologizar a violência estrutural, reconheçam seus próprios limites de atuação e assumam responsabilidade ética diante do que não pode mais ser tratado como “caso clínico isolado”.

TÓPICOS DO EVENTO

Tráfico sexual e exploração de mulheres como violência cotidiana, estrutural e historicamente naturalizada

 

• O imaginário social e jurídico do tráfico sexual e a associação equivocada com sequestros e crimes espetaculares

• Feminização da pobreza, gênero e desigualdades como base da exploração sexual

• O corpo feminino tratado como prova jurídica e não como sujeito de direitos

• O caso documentado de Marajó como síntese da omissão estatal e da repetição das denúncias sem responsabilização

• Exploração sexual como política de abandono do Estado e falha contínua das políticas públicas

• Limites jurídicos do consentimento em contextos de violência estrutural

• Culpabilização da vítima como estratégia institucional de deslocamento da responsabilidade

• Revitimização institucional em delegacias, audiências e serviços de proteção

• Escutas que machucam, perguntas violentas e silenciamento produzido pelas instituições

• Impactos subjetivos da violência institucional e retração do relato

• Violência psicológica, medo e dependência como provas invisíveis no processo judicial

• Vínculos coercitivos e captura subjetiva em contextos de exploração

• Trauma complexo, fragmentação da memória e incoerência narrativa como efeitos da violência prolongada

• Dificuldades do sistema de justiça em reconhecer a violência psicológica como crime

• O Estado entre o cuidado e o controle, medidas protetivas que não protegem

• Institucionalização, tutela excessiva e violência legal contra corpos vulneráveis

• O mito do final feliz jurídico após o resgate

• Abandono institucional e desafios da reinserção social

• Limites da clínica isolada e importância do trabalho em rede

• Riscos da psicologização da violência estrutural no setting clínico

• Neutralidade ética, romantização do vínculo traumático e reprodução da violência na clínica

• Escuta clínica ética, reconhecimento de limites e responsabilidade profissional

• O papel da Psicologia, do Direito e da Assistência Social no enfrentamento da exploração sexualTráfico sexual e exploração de mulheres como violência cotidiana, estrutural e historicamente naturalizada

• O imaginário social e jurídico do tráfico sexual e a associação equivocada com sequestros e crimes espetaculares

• Aliciamento gradual, promessas, dependência econômica e consentimento viciado

• Feminização da pobreza, gênero e desigualdades como base da exploração sexual

• Racismo institucional, seletividade penal e criminalização da sobrevivência

• O corpo feminino tratado como prova jurídica e não como sujeito de direitos

• O caso documentado de Marajó como síntese da omissão estatal e da repetição das denúncias sem responsabilização

• Exploração sexual como política de abandono do Estado e falha contínua das políticas públicas

• Limites jurídicos do consentimento em contextos de violência estrutural

• Culpabilização da vítima como estratégia institucional de deslocamento da responsabilidade

• Revitimização institucional em delegacias, audiências e serviços de proteção

• Escutas que machucam, perguntas violentas e silenciamento produzido pelas instituições

• Impactos subjetivos da violência institucional e retração do relato

• Violência psicológica, medo e dependência como provas invisíveis no processo judicial

• Vínculos coercitivos e captura subjetiva em contextos de exploração

• Trauma complexo, fragmentação da memória e incoerência narrativa como efeitos da violência prolongada

• Dificuldades do sistema de justiça em reconhecer a violência psicológica como crime

• O Estado entre o cuidado e o controle, medidas protetivas que não protegem

• Institucionalização, tutela excessiva e violência legal contra corpos vulneráveis

• O mito do final feliz jurídico após o resgate

• Abandono institucional e desafios da reinserção social

• Limites da clínica isolada e importância do trabalho em rede

• Riscos da psicologização da violência estrutural no setting clínico

• Neutralidade ética, romantização do vínculo traumático e reprodução da violência na clínica

• Escuta clínica ética, reconhecimento de limites e responsabilidade profissional

• O papel da Psicologia, do Direito e da Assistência Social no enfrentamento da exploração sexual

Cronograma do Evento

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Evento Atualizado com Sucesso

Cópia de Congresso CC- BRAPSI -  3110.png
Cópia de Congresso CC- BRAPSI -  3110.png

Check List de Materiais

1º Palestra

2º Palestra

3º Palestra

4º Palestra

5º Palestra

6º Palestra

7º Palestra

8º Palestra

9º Palestra

10º Palestra

PAINEL GERAL DE EDIÇÃO DO EVENTO 

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Evento Atualizado com Sucesso

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