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Título da Palestra
Proteger ou controlar? Como educar filhos numa vida atravessada por redes sociais
22 de abril de 2026
8:00 PM
O Evento Não Está Associado a um Núcleo
Apresentação do Evento
Hoje, muitas crianças aprendem sobre depressão antes mesmo de compreender o que é frustração. Nas redes sociais, encontram sintomas, narrativas de sofrimento e diagnósticos antes de aprender a reconhecer e elaborar suas próprias emoções.
Enquanto isso, muitas mães assumem o papel de guardiãs digitais: monitoram, limitam e tentam proteger os filhos de conteúdos que podem atravessar a tela e impactar seu desenvolvimento emocional. Quando algo acontece, a culpa frequentemente recai sobre elas.
Entre proteger e controlar, surge um dilema silencioso: até onde orientar é cuidado? Quando a vigilância se torna invasão? E o que acontece quando a criança passa a utilizar o repertório digital para organizar — ou até expressar — seu sofrimento?
Na clínica, esse fenômeno já é realidade: crianças que falam sobre depressão como adultos, pais exaustos diante do que não conseguem controlar e mães sobrecarregadas pela responsabilidade de mediar um mundo digital que nunca desliga.
OBJETIVO
A palestra tem como objetivo discutir como o contato precoce das crianças com conteúdos sobre saúde mental nas redes sociais influencia a forma como elas compreendem e expressam suas emoções. Muitas entram em contato com narrativas sobre depressão e sofrimento psíquico antes mesmo de desenvolver recursos para reconhecer e elaborar sentimentos como frustração, tristeza e angústia.
Também propõe refletir sobre o papel das mães e responsáveis nesse cenário digital, que frequentemente assumem a mediação e proteção dos conteúdos acessados pelos filhos. Nesse contexto, surge um dilema entre cuidado e controle: até que ponto a vigilância digital protege e quando ela se torna excessiva.
A palestra busca ampliar o debate sobre os impactos do ambiente digital no desenvolvimento emocional infantil e sobre os desafios enfrentados pelas famílias e pelos profissionais de saúde mental diante desse fenômeno cada vez mais presente na clínica.
TÓPICOS DO EVENTO
- O impacto psíquico da exposição precoce a conteúdos de sofrimento
- O risco do autodiagnóstico e da identificação com narrativas patologizantes
- A sobrecarga emocional materna na mediação digital
- O papel do psicólogo diante dessa nova configuração do sofrimento infantil
- Não se trata de demonizar a tecnologia.
- Trata-se de compreender como o sofrimento está sendo aprendido — e quem está pagando o preço por isso.

Sol Berenice Tambone
Psicóloga
12/24469
48 9883-29443
Apresentação
Sou psicóloga clínica, atuo com mulheres - especialmente mulheres que são mães - auxiliando no manejo da sobrecarga emocional, ansiedade e desafios da maternidade contemporânea. Meu trabalho é fundamentado na Terapia Cognitivo-Comportamental e nas terapias contextuais, integrando também recursos expressivos e artísticos no processo terapêutico.

PAINEL GERAL DE EDIÇÃO DO EVENTO
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