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Título da Palestra
Vivi Vibora X Zé Coitadinho: A Culpa Feminina e os Jogos de Poder nas Relações
2 de dezembro de 2025
5:00 PM
O Evento Não Está Associado a um Núcleo
Apresentação do Evento
Nesta palestra, investigaremos como a sociedade constrói e alimenta a culpa feminina como mecanismo de controle emocional, colocando mulheres em posições de responsabilização excessiva e homens em papéis de vitimização estratégica — como o “Zé Coitadinho”. A partir dessa dinâmica, exploraremos os jogos de poder presentes em relações afetivas manipuladoras e como a mídia reforça tais padrões ao promover rivalidade feminina, comparações, narrativas tóxicas de protagonismo e modelos impossíveis de comportamento. A palestra convida a um olhar crítico, consciente e libertador, permitindo que mulheres reconheçam padrões abusivos, rompam vínculos que silenciam sua potência e retomem o protagonismo saudável da própria vida.
OBJETIVO
Analisar como a culpa feminina é construída social e culturalmente e como se articula aos jogos de poder presentes na dinâmica “Vivi Víbora x Zé Coitadinho”. A palestra busca revelar como essas narrativas são reforçadas pela mídia, que estimula a rivalidade feminina, legitima estereótipos e alimenta um protagonismo tóxico que coloca mulheres em constante disputa e autopoliciamento emocional. O objetivo é desnaturalizar essas estruturas, compreender suas consequências subjetivas e relacionais e oferecer caminhos para que mulheres reconheçam manipulações afetivas, rompam vínculos abusivos e resgatem sua autonomia e potência pessoal.
TÓPICOS DO EVENTO
1. A Construção da Culpa Feminina — Explorar como a culpa é ensinada desde cedo como um modo de controlar e silenciar mulheres.
2. Vivi Víbora x Zé Coitadinho — Mostra a inversão manipuladora onde a mulher é vista como a culpada e o homem como vítima estratégica.
3. Jogos de Poder nas Relações — Estratégias sutis de manipulação emocional que moldam vínculos tóxicos.
4. A Mídia e a Rivalidade Feminina — Analisar como novelas, reality shows e redes sociais alimentam a competição entre mulheres.
5. Protagonismo Tóxico - Mostrar como o discurso da força feminina vira um peso que empurra mulheres à exaustão emocional.
6. O Silenciamento das Mulheres — Discutir como a culpa e o medo de julgamento fazem mulheres se calarem.
7. Rompimento e Autonomia — Apontar caminhos para reconhecer padrões, reconstruir autonomia e recuperar a própria voz

Drielly da Silva Paiva
Psicológa
04/72824
32991288147
Apresentação
Drielly Paiva é psicóloga com atuação clínica voltada especialmente para a saúde mental de mulheres, adolescentes e crianças, com um trabalho pautado no acolhimento, na escuta sensível e na compreensão profunda das violências, vulnerabilidades e atravessamentos emocionais que marcam a vida das mulheres. Pós-graduanda em Psicologia Jurídica e Forense e em Psicologia Infantil, Drielly dedica-se a investigar as interfaces entre saúde mental, gênero e direitos humanos, integrando teoria e prática na construção de intervenções qualificadas para o enfrentamento do assédio, das desigualdades e das diversas formas de sofrimento que atravessam a vida das mulheres ao longo do ciclo vital. Atua como Coordenadora do Núcleo Ser Mulher da BRAPSI, desenvolvendo ações, projetos e debates sobre saúde mental, autoestima, violência de gênero e fortalecimento feminino. Também é Coordenadora do Núcleo da Infância e Adolescência – Ludus, onde amplia seu trabalho na defesa dos direitos de crianças e adolescentes, com ênfase em práticas clínicas e educativas que promovem desenvolvimento emocional saudável, proteção e cuidado integral.



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