

Congresso Complementar Nacional Online da BRAPSI -Estar Visível o Tempo Todo é Normal? Superexposição, Vigilância e Colapso da Saúde Menta
Data e hora do evento:
20 de fevereiro de 2026
15:00
Sobre o Evento:
A psicologia contemporânea enfrenta um desafio sem precedentes: o colapso mental gerado pela superexposição e vigilância digital. Este congresso convida estudantes e profissionais para um mergulho profundo nas novas patologias da era da visibilidade — da exaustão da "vida em vitrine" ao manejo clínico da comparação patológica e da hiperconexão. Não perca a oportunidade de atualizar sua prática e compreender os fenômenos que estão transformando os consultórios e a subjetividade humana.
Tópicos do Evento
1. A Vida em Vitrine: Quando Existir em Público Adoece e Viver Cansa Demais
2. Comparar-se é Adoecer: por que viver sob o olhar do outro está nos fazendo desaparecer
3. A Vida do Outro Como Ideal: Endeusação, Dependência Psíquica e Perda de Si
Tópicos abordados:
4. Nunca Desligar, Nunca Descansar: A Violência Psíquica da Hiperconexão
Tópicos abordados:

Coordenador e Organizador
Ágatha Medeiro
Estudante
Sou monitora da BRAPSI e gosto de construir relações baseadas na escuta, no cuidado e na boa comunicação. Tenho facilidade em me conectar com as pessoas e sou conhecida por ser atenciosa, paciente e organizada. Realizo minhas atividades com dedicação e estou sempre aberta a aprender, experimentar novas formas de atuação e ampliar minha experiência na Psicologia.
Informações Sobre Horários e Palestrantes
3:00 PM
Comparar-se é Adoecer: A Vida Sob o Olhar do Outro e o Apagamento de Si
O objetivo da palestra é provocar uma reflexão profunda sobre como a comparação constante, alimentada pelo olhar do outro e pelas referências irreais do mundo contemporâneo, contribui para o esvaziamento da identidade e o enfraquecimento da autoestima. A proposta é compreender os impactos psíquicos de viver em permanente medida e validação externa, discutindo como esse movimento pode levar ao adoecimento emocional, à sensação de inadequação e ao progressivo apagamento de si, além de apontar caminhos para resgatar a própria singularidade e reconstruir um senso de valor menos dependente da comparação.
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4:00 PM
Nunca Desligar, Nunca Descansar: Hiperconexão, Esgotamento e Violência Psíquica
O objetivo da palestra é refletir sobre os efeitos psicológicos de uma vida marcada pela hiperconexão e pela sensação de estar permanentemente disponível, produtivo e acessível. A proposta é compreender como a impossibilidade de desligar se transforma em um fator de esgotamento contínuo, invadindo o tempo de descanso, enfraquecendo os limites pessoais e produzindo uma forma silenciosa de violência psíquica. Busca-se discutir os impactos emocionais, cognitivos e relacionais desse ritmo constante, além de provocar um olhar crítico sobre a cultura da urgência e apontar caminhos para recuperar o direito ao descanso, à pausa e à própria subjetividade.
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5:00 PM
Entre Ídolos e Espelhos: A Vida do Outro Como Ideal e o Adoecimento Psíquico
O objetivo da palestra é compreender, a partir de um olhar clínico e contemporâneo, como a internalização de ideais externos — alimentados pela cultura da performance, das redes sociais e da exposição permanente — contribui para sentimentos de insuficiência, ansiedade, fracasso e vazio. Busca-se refletir sobre os efeitos psíquicos da vida vivida sob o olhar do outro, discutindo os processos de identificação, ideal do eu e narcisismo, bem como oferecer caminhos para a reconstrução de uma subjetividade menos dependente da validação externa e mais alinhada ao próprio desejo.
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6:00 PM
Quando a Vida Vira Vitrine: Exposição, Adoecimento e o Cansaço de Existir
O objetivo da palestra é analisar os impactos psíquicos de viver em constante exposição, em uma cultura que transforma experiências íntimas em vitrine e desempenho. Busca-se compreender como a necessidade de visibilidade, validação e presença permanente nas redes pode gerar ansiedade, esgotamento, perda de autenticidade e um profundo cansaço de existir. A proposta é refletir sobre os limites entre presença e superexposição, discutindo os efeitos emocionais desse modo de vida e apontando possibilidades de reconstrução de uma existência mais íntima, integrada e menos dependente do olhar externo.

